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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Matéria dá voz ampla às críticas de Pedrinho sem contraponto, tratando a posição do clube como legítima

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citado como algoz da goleada e integrante do consórcio acusado de agir de má-fé contra o Vasco

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Citado como parte do consórcio questionado, que teria recusado assinar acordo segundo Pedrinho

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Mencionado apenas como adversário da semifinal, sem qualquer tom avaliativo ou crítico

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Flamengo Palmeiras Maracanã Copa do Brasil Campeonato Brasileiro São Januário Polícia Militar Pedrinho Consórcio Fla-Flu

Conteúdo Original

Irredutível sobre a realização da semifinal da Copa do Brasil em São Januário, no dia 8 de novembro, contra o Palmeiras, o presidente do Vasco, Pedrinho, soltou o verbo contra o Consórcio Fla-Flu, que administra o Maracanã. Após o Cruzmaltino ser goleado pelo Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, a empresa soltou uma nota oficial dizendo que o Vasco poderia utilizar o estádio para o confronto contra o time alviverde. No entanto, há um mês atrás, houve uma negativa depois do pedido do Vasco para este mesmo jogo, o que irritou Pedrinho. “Quero ver se, numa necessidade, a gente vai ter essa reciprocidade. Para jogar no Maracanã , eu não vi posicionamento favorável do consórcio, pelo contrário. Fizeram de tudo para que o Vasco não jogasse", disse Pedrinho. "Gostaria que fosse uma abertura para um diálogo justo e sensato. Não acredito nisso. As pessoas se acham espertas, mas não são espertas, ainda mais nessa situação. Sei muito bem qual foi a intenção”, comentou o mandatário. Além disso, Pedrinho garantiu que segue com a ideia de ter cerca de 25 mil torcedores em São Januário , contando com a liberação da Polícia Militar. Ele comentou que sequer procurou o Consórcio desta vez. “Não fiz nenhum pedido ao consórcio do Maracanã. Eu tinha autorização para jogar em São Januário. Me causa estranheza. Esse próprio consórcio não assinou um documento do acordo, em que Flamengo e Fluminense haviam assinado o acordo. Nunca vi, desde que estou no futebol, alguém oferecer um estádio para jogar publicamente”, finalizou.