A Corte Especial do STJ negou, por unanimidade, novo recurso da defesa do ex-jogador Robinho, que pretendia levar ao STF a discussão sobre sua condenação por estupro na Itália. A defesa argumenta que houve violação de dispositivos constitucionais e questiona a aplicação da Lei de Migração, posterior ao crime de 2013. O ex-atacante cumpre pena de nove anos de prisão desde março de 2024, quando o STJ homologou a sentença italiana.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para a próxima terça-feira (3) o julgamento dos embargos de declaração na disputa judicial entre o Flamengo e o ex-jogador Denílson, movida pela empresa Best Football Ltda. A ação, avaliada em mais de R$ 20 milhões, envolve a cobrança de valores referentes a direitos de imagem do período em que o atacante defendeu o clube carioca em 2000. Denílson atuou pelo Flamengo em apenas 17 jogos, marcando quatro gols, em passagem marcada por dificuldades financeiras do Rubro-Negro.
A defesa do ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com Habeas Corpus no STJ pedindo a suspensão do inquérito que apura saques de R$ 11 milhões nas contas do clube e depósitos de R$ 1,5 milhão nas contas do dirigente. O pedido liminar foi negado pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que não viu irregularidade na atuação da força-tarefa do Ministério Público. Casares, que renunciou ao cargo e foi expulso do quadro associativo após as denúncias, responde a três inquéritos.
Uma disputa judicial de mais de R$ 20 milhões entre o ex-jogador Denílson e o Flamengo, envolvendo direitos de imagem, voltará à pauta da 3ª Turma do STJ em 3 de novembro. O Flamengo vem obtendo decisões favoráveis no processo, com reconhecimento da prescrição da cobrança, e o próximo passo será a análise dos embargos de declaração. Denílson teve passagem curta pelo clube em 2000, quando chegou por empréstimo do Real Bétis e disputou 17 jogos, com quatro gols.
Por Diego Garcia e Pedro Ivo Almeida em 2026-10-20
A concessionária Fla-Flu fez uma última tentativa judicial, minutos antes da decisão, para impedir o jogo Vasco x Boca Juniors no Maracanã, mas foi derrotada por 18 votos a 0 no TJ-RJ. O ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, também já havia rejeitado o pedido da concessionária. A partida está confirmada para o estádio, com quase 70 mil ingressos vendidos.
O presidente do Vasco, Pedrinho, foi internado com celulite facial e não acompanhará o jogo contra o Boca Juniors no Maracanã, pela semifinal da Copa Sul-Americana. O quadro clínico do dirigente é estável. A partida foi confirmada no Maracanã após decisão do STJ favorável ao Vasco.
O TJRJ, em votação unânime de 25 desembargadores, derrubou a liminar do Consórcio Fla-Flu e confirmou que a semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors será no Maracanã. A decisão levou em conta a segurança pública, a logística com o elenco argentino já no Rio e os cerca de 70 mil ingressos vendidos. Após quase três semanas de batalhas judiciais, o Vasco encara o Boca nesta terça-feira, com vantagem de 1 a 0 construída na Bombonera.
O TJ-RJ decidiu por unanimidade, com 25 desembargadores, manter o Maracanã como sede do jogo de volta da semifinal da Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors. A decisão rechaçou a liminar do Consórcio Fla-Flu, que tentava impedir a realização da partida, e encerrou a disputa jurídica após o STJ também ter negado o pedido da concessionária. A partida está marcada para terça-feira (19), às 21h30, com o Vasco liderando por 1 a 0 no agregado.
O atacante Richarlison, do Tottenham, acusa o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz de tomarem na Justiça uma mansão avaliada em R$ 10 milhões na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ). O texto explica o histórico da batalha judicial, que terminou com a desistência da empresa ligada ao jogador, e traz a versão de Willer Tomaz, que nega irregularidades e desafia Richarlison a apresentar documentos comprovando a compra do imóvel. Flávio Bolsonaro nega qualquer vínculo com o imóvel e afirma que foi arrolado apenas como testemunha no processo.
O colunista Walter Casagrande critica duramente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, acusando-o de mentir, omitir informações e fugir de respostas durante a campanha eleitoral de 2026. Usando a metáfora de um filme de terror em contraste com 'Comer, Rezar, Amar', o autor questiona o tratamento favorecido dado ao candidato por veículos de imprensa como a Globo e cita suspeitas de vazamento de decisões do STJ envolvendo pessoas ligadas ao candidato. O texto também elogia Lula como estadista e questiona a estratégia do adversário para os debates televisivos.
O artigo relata os bastidores da disputa jurídica e institucional pela realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã, pela volta da semifinal da Copa Sul-Americana. O Vasco enfrentou a resistência do Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio, e mobilizou o Governo do RJ, o Ministério Público, a Polícia Militar e a Justiça. Após liminares derrubadas no TJ-RJ e pedido negado no STJ, o jogo foi mantido no Maracanã.
Por Bruno Murito, Luiza Sá e Sergio Santana em 2026-10-15
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido do Consórcio formado por Flamengo e Fluminense e manteve a realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã, pela semifinal da Sul-Americana, marcada para 20 de outubro. O ministro Luis Felipe Salomão alegou falta de legitimidade jurídica e ausência de interesse público para analisar o mérito do caso. A decisão confirma a vitória do Vasco na Justiça do Rio de Janeiro após o recurso da dupla Fla-Flu.
O presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, rejeitou o pedido do Consórcio Fla-Flu para suspender a partida entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã. Com a decisão, o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana, marcado para terça-feira (20), permanece no estádio. Na ida, o Vasco venceu o Boca por 1 a 0 na Bombonera.
O Vasco venceu o Boca Juniors por 1 a 0 na Bombonera, pela ida da semifinal da Sul-Americana, e viu o STJ manter a partida de volta no Maracanã, rejeitando a tentativa do consórcio Fla-Flu de mudar o palco. O resumo do dia traz ainda a preparação para o confronto com o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, a retomada do grito de 'Casaca' e o relato de torcedor assaltado nos arredores da Bombonera. Fecham o noticiário assuntos de bastidores, como a tentativa de manter Robert Renan e Cuiabano, cobranças judiciais e a confissão de fraude de Josh Wander.
O Flamengo contra-atacou o Vasco na disputa judicial pelo uso do Maracanã, com ação no STJ e petição em processo de 2023 sobre a utilização do estádio. O clube rubro-negro alegou que nem o Judiciário nem o Vasco devem se intrometer na gestão do Maracanã, feita por Flamengo e Fluminense, e acusou o rival de contribuir para os danos ao gramado. A disputa envolve a semifinal da Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors e uma sentença de agosto favorável ao Vasco.
O Vasco apresentou defesa no STJ contra ação da concessionária Fla-Flu que tenta impedir a realização do jogo contra o Boca Juniors no Maracanã, pela semifinal da Sul-Americana. O clube argumentou que a transferência da partida causaria danos à imagem do futebol brasileiro e do Rio de Janeiro, além de custos elevados que a Conmebol atribuiria integralmente ao clube. Flamengo e Fluminense, ligados à concessionária, defendem que o jogo no estádio comprometeria o contrato de concessão.
Por Diego Garcia, Francisco de Laurentiis e Pedro Ivo Almeida, da ESPN em 2026-10-15
O STJ rejeitou o pedido da concessionária Fla-Flu para derrubar a liminar que garante ao Vasco jogar no Maracanã o jogo de volta contra o Boca Juniors pela semifinal da CONMEBOL Sul-Americana. O ministro Luis Felipe Salomão entendeu que as alegações de Flamengo e Fluminense não justificam o impedimento da cessão do estádio. Ainda cabe recurso da dupla Fla-Flu contra a decisão.
O STJ negou pedido de rivais do Vasco e confirmou que o clube jogará contra o Boca Juniors no Maracanã. O presidente do STJ declarou-se impedido por vínculo familiar com ex-dirigente vascaíno e manteve a questão no TJ-RJ. Com isso, foi descartada a transferência do jogo para o Paraguai, alternativa cogitada pela Conmebol.
O STJ negou pedido da Fla-Flu Serviços S.A. para suspender a decisão que mantém Vasco x Boca Juniors no Maracanã, na terça-feira (20). O ministro Luis Felipe Salomão entendeu que a empresa não tinha legitimidade para o pedido e que não foram demonstrados riscos graves à ordem pública. A partida de volta da semifinal da Sul-Americana está confirmada, e os ingressos para torcida vascaína já esgotaram.
O STJ rejeitou o pedido do consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, que tentava impedir a realização de Vasco x Boca Juniors no estádio na semifinal da Sul-Americana. O ministro Luis Felipe Salomão apontou ilegitimidade do consórcio, que não é concessionária de serviço público, mantendo a decisão do TJRJ. O jogo está confirmado para terça-feira, com ingressos esgotados.