Vinicius de Medeiros oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo pela chapa da situação, batizada de 'São Paulo à Frente'. Ele disputará contra Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, que encabeça o grupo 'São Paulo de Volta'. A eleição presidencial está prevista para dezembro, após a renovação do Conselho Deliberativo em novembro.
Vinicius Medeiros anunciou sua candidatura à presidência do São Paulo para as eleições de dezembro, concorrendo contra Marcelo Portugal Gouvêa pela chapa 'São Paulo à Frente'. O vencedor sucederá Harry Massis Júnior, que assumiu o comando após a destituição de Julio Casares. O clube atravessa crise política e financeira, além de uma temporada irregular dentro de campo.
A defesa do ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com Habeas Corpus no STJ pedindo a suspensão do inquérito que apura saques de R$ 11 milhões nas contas do clube e depósitos de R$ 1,5 milhão nas contas do dirigente. O pedido liminar foi negado pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que não viu irregularidade na atuação da força-tarefa do Ministério Público. Casares, que renunciou ao cargo e foi expulso do quadro associativo após as denúncias, responde a três inquéritos.
A situação do São Paulo definiu Vinicius de Medeiros como candidato à presidência do clube para a eleição prevista para dezembro. Ele enfrentará o oposicionista Marcelo Portugal Gouvêa, cuja chapa já está completa e inscrita. A escolha ocorreu após recusas de outros nomes cotados, como Adilson Alves Martins e o atual presidente Harry Massis.
Dorival Júnior tem futuro indefinido como técnico do São Paulo, com decisão condicionada à política interna do clube. Uma eventual saída ao fim da temporada representaria a terceira troca de comando em cerca de dez meses, triplicando o ritmo de mudanças em relação aos anos anteriores. A definição ficará a cargo da próxima gestão, após a eleição presidencial prevista para dezembro.
A situação do São Paulo definiu sua chapa para a eleição presidencial do clube em dezembro, com Vinícius de Medeiros como candidato a presidente e Adilson Alves como vice. A definição ocorre após o recuo de Adilson, que era o plano A do grupo, e após o atual presidente Harry Massis Júnior perder força política para tentar a reeleição. Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, será o adversário na disputa pelo comando do clube.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do quadro associativo. O clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações', citou gastos pessoais com cartão corporativo (incluindo petshops) e apontou R$ 7 milhões em saques sem documentação de lastro. Casares alega que sua gestão foi regular, que a reprovação das contas de 2025 teve motivação política e que o pagamento do 'bicho molhado' é um costume do futebol.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra o processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do Conselho Deliberativo. A defesa do clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações' e pediu a extinção da ação, além de destacar gastos pessoais do ex-mandatário com o cartão corporativo e R$ 7 milhões em saques sem documentação. Casares ainda responde a inquéritos civil e criminal por suspeita de lavagem de dinheiro e exploração clandestina de camarote no Morumbis.
O São Paulo apresentou contestação judicial ao processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, pedindo a rejeição da ação. A defesa do clube classificou as alegações de Casares como "alucinações" e sua iniciativa judicial como "desleal e traiçoeira". O processo envolve suspeitas de gestão temerária, saques de R$ 11,05 milhões das contas do clube e gastos de cerca de R$ 1 milhão com cartão corporativo.
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, processa a Meta (dona do Instagram e Facebook) pedindo indenização por danos morais após perder seguidores e ter sua conta desativada, aparentemente por denúncias falsas coordenadas por terceiros. Casares já havia obtido liminar para reestabelecer a conta, mas agora busca condenação judicial. Além disso, ele mantém ação contra o próprio São Paulo tentando anular sua expulsão do quadro associativo sob acusação de gestão temerária.
O artigo trata de Matheus Alves e Henrique Carmo, dois jovens formados nas categorias de base do São Paulo (Cotia) que foram vendidos a custo baixo e hoje jogam no CSKA, da Rússia. O texto detalha os valores das transferências, o desempenho da dupla no clube russo e a situação do CSKA na Copa da Rússia.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) apontou o ex-presidente Julio Casares como responsável pela crise do São Paulo, criticando a venda de camarotes no MorumBIS que afastou o time de seu estádio no Brasileirão. O artigo também informa que Dorival Júnior segue mantido no comando técnico, apesar de ter o pior aproveitamento entre os treinadores do clube na temporada. A matéria traz números do desempenho do time e o contexto de pressão após a derrota para o Cruzeiro.
Coluna de opinião de Paulo Vinícius Coelho (PVC) atribui a crise do São Paulo em 2026 ao ex-presidente Julio Casares. PVC cita a venda de camarotes no Morumbis como símbolo da má gestão, que teria custado pontos valiosos no Brasileirão. O texto também aborda a continuidade do técnico Dorival Júnior apesar dos problemas financeiros e da crise política no clube.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-01
A Justiça de São Paulo concedeu prazo de 15 dias para o São Paulo contestar a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca anular sua expulsão do quadro associativo sob a acusação de gestão temerária. Na petição, a defesa de Casares sustenta que sua gestão foi regular, cita títulos conquistados e alega que as acusações têm motivação política interna. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Os grupos políticos da Situação do São Paulo decidiram que Harry Massis Júnior não será candidato à presidência do clube na eleição marcada para o fim de 2026. Vinicius Medeiros, da Legião Tricolor, ganhou força para ser o nome da Situação na disputa, mas a definição ainda não é oficial e depende de consenso entre as correntes. O grupo também oficializou a composição 'São Paulo à frente' para a disputa das 100 cadeiras do Conselho Deliberativo em novembro.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo entre 2021 e janeiro de 2026, acionou a Justiça para contestar as acusações que levaram à sua expulsão do quadro associativo do clube. Ele alega ter sido vítima de uma 'trama política' e pede o reconhecimento da inexistência de gestão temerária em seu mandato. O processo debate saques de R$ 11,05 milhões e gastos de cerca de R$ 1 milhão no cartão corporativo do clube.
O São Paulo não conseguiu cumprir o pagamento dos direitos de imagem dos jogadores referentes a setembro, somando-se a atrasos recorrentes que chegam a acumular até seis meses para alguns atletas. A diretoria espera regularizar os débitos após a aprovação do contrato com a Ticketmaster, que prevê a antecipação de R$ 140 milhões ao clube. A expectativa é que os pagamentos sejam realizados até o dia 6 de outubro, condicionados à aprovação pelo Conselho Deliberativo.
O ex-dirigente e conselheiro vitalício do São Paulo, Marco Aurélio Cunha (MAC), afirma em entrevista ao UOL que uma candidatura à presidência do clube é improvável, pois seu 'tempo de ouro' já passou. Ele critica a política interna de alianças do clube e declara disposição de apoiar Marcelo Portugal Gouvêa, candidato de oposição, sem desejar cargo.