O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do quadro associativo. O clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações', citou gastos pessoais com cartão corporativo (incluindo petshops) e apontou R$ 7 milhões em saques sem documentação de lastro. Casares alega que sua gestão foi regular, que a reprovação das contas de 2025 teve motivação política e que o pagamento do 'bicho molhado' é um costume do futebol.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-01
A Justiça de São Paulo concedeu prazo de 15 dias para o São Paulo contestar a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca anular sua expulsão do quadro associativo sob a acusação de gestão temerária. Na petição, a defesa de Casares sustenta que sua gestão foi regular, cita títulos conquistados e alega que as acusações têm motivação política interna. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-09-29
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com ação judicial para anular sua expulsão do quadro associativo do clube, imposta pelo Conselho Deliberativo sob acusação de gestão temerária. Na petição, ele sustenta que sua gestão foi regular e aprovada pelos órgãos competentes, cita títulos inéditos conquistados e usa a declaração do executivo Rafinha sobre o 'bicho molhado' para justificar os saques em dinheiro vivo. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.