Conselheiros do São Paulo estão articulando a expulsão do ex-presidente Julio Casares. O pedido, que visa a não aprovação das contas de 2025, foi impulsionado após um erro em votação anterior. Casares nega qualquer relação com os saques de R$ 7 milhões apontados no balanço.
O balanço financeiro do São Paulo em 2025, que apresentava um superávit, agora enfrenta incertezas devido a saques de quase R$ 7 milhões sem explicação clara. Líderes do Conselho Deliberativo indicam possível mudança de voto para reprovação, enquanto investigações policiais sobre os valores e recebimentos em dinheiro na conta do ex-presidente Julio Casares continuam.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço financeiro de 2025, último ano da gestão de Júlio Casares. Apesar de um superávit expressivo e arrecadação recorde, a falta de justificativas para saques de R$ 6,95 milhões gerou polêmica e a rejeição por 194 votos a 34.
A defesa de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, negou o envolvimento dele com saques de R$ 7 milhões identificados no balanço de 2025. Os advogados afirmam que os valores não foram solicitados nem utilizados por Casares, estando registrados na contabilidade do clube e vinculados a despesas de jogos. A declaração surge após o Conselho Deliberativo rejeitar o balanço do clube, com dúvidas sobre os saques da antiga gestão.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, apresentou um documento ao Conselho Deliberativo justificando saques de R$ 11 milhões das contas do clube entre 2021 e 2025. A defesa alega que os valores foram utilizados para despesas operacionais de jogos, pagamentos de premiações a jogadores e outras práticas comuns no futebol. O documento visa subsidiar a defesa de Casares no processo de impeachment que será votado em breve.
A Polícia Civil solicitou explicações ao São Paulo sobre R$ 11 milhões sacados em dinheiro das contas do clube entre 2021 e 2025. A investigação, baseada em relatórios do Coaf, apura a origem e o uso desses valores, com o clube devendo apresentar uma prestação de contas.
A Polícia Civil de São Paulo está investigando 35 saques em dinheiro de contas do São Paulo Futebol Clube, totalizando R$ 11 milhões, entre janeiro de 2021 e novembro de 2025. O clube alega que a movimentação é para despesas operacionais e que a contabilidade será apresentada, enquanto as autoridades também apuram um depósito de R$ 1,5 milhão na conta do presidente do clube, Júlio Casares.
A Polícia Civil investiga supostas irregularidades financeiras no São Paulo, com foco em R$ 1,5 milhão depositados em dinheiro nas contas do presidente Julio Casares e 35 saques nas contas do clube totalizando R$ 11 milhões. As movimentações, que incluem depósitos fracionados para burlar alertas do Coaf, são objeto de apuração para determinar sua licitude.
Uma investigação da Polícia Civil apura saques vultosos em espécie das contas do São Paulo Futebol Clube, ultrapassando R$ 10 milhões, durante a gestão de Julio Casares. Dinheiro teria sido depositado para dirigentes, que justificam como premiação, e envolve empresários e pessoas próximas, sem indícios de crime organizado.