O Santos foi denunciado no STJD por atraso em um clássico contra o Palmeiras, devido a um suposto endereço incorreto fornecido à Polícia Militar para a escolta da delegação. O clube pode ser multado, e o incidente gerou polêmica sobre a responsabilidade pelo ocorrido.
O artigo relembra a noite de caos no Pacaembu em 4 de maio de 2006, quando o Corinthians foi eliminado da Libertadores pelo River Plate em meio a cenas de violência e destruição. O evento é descrito como um divisor de águas que influenciou mudanças significativas na segurança e profissionalização do futebol brasileiro, desde a atuação policial até a criação de medidas como a torcida única em clássicos.
Torcedores do Peñarol foram abordados pela Polícia Militar de Santa Catarina enquanto se deslocavam para um jogo contra o Corinthians pela Libertadores. Um torcedor foi preso após denúncia de furto de bebidas alcoólicas em um posto de combustíveis na BR-101. O ocorrido aconteceu na véspera do confronto entre os clubes.
Dana White, presidente do UFC, relatou o caos em um jantar para correspondentes da Casa Branca, onde agentes do Serviço Secreto intervieram após disparos serem ouvidos. Ele descreveu a experiência como intensa, com mesas sendo viradas e gritos para que as pessoas se abaixassem, mas ressaltou que aproveitou o momento. O evento ocorreu próximo à Casa Branca, com um suspeito preso portando diversas armas.
O jovem jogador Alamara Djabi, revelado pelo Benfica, foi vítima de um ataque a facadas na Dinamarca. Ele passou por duas cirurgias e ficou em coma induzido, mas sua condição é estável e ele já acordou. O motivo do ataque é desconhecido e está sob investigação policial.
O Corinthians entregou à polícia vídeos de câmeras internas da Neo Química Arena para auxiliar na investigação de uma confusão ocorrida no túnel de acesso aos vestiários após o clássico contra o Palmeiras. O clube também forneceu imagens para identificar um torcedor que teria feito ofensas racistas ao goleiro do Palmeiras. Ambos os clubes e alguns jogadores foram denunciados no STJD pelos incidentes.
A Polícia Civil de São Paulo indiciou dois torcedores da Portuguesa por crime de injúria racial contra o goleiro Hugo Souza, do Corinthians. As ofensas ocorreram após uma partida entre as equipes pelo Paulistão. Os acusados foram identificados pelo próprio clube e, segundo o inquérito, usaram termos racistas contra o jogador.
O árbitro Paulo César Zanovelli demorou 35 minutos para deixar o gramado do Maião após a partida entre Mirassol e Bahia, que terminou com vitória de virada do Tricolor por 2 a 1. O juiz saiu escoltado por 13 policiais após ouvir xingamentos de torcedores do Mirassol, que protestaram contra lances polêmicos, especialmente o que originou o segundo gol do Bahia. A partida foi marcada por paralisações e expulsões por reclamação.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro escalou mais de mil policiais para garantir a segurança em dois jogos de futebol no domingo: Botafogo x Coritiba e Fluminense x Flamengo. O adiamento do clássico Fla-Flu gerou reclamações de torcedores e o Procon está analisando uma queixa de consumidor.
O São Paulo se recusou a fornecer à força tarefa que investiga o clube o contrato com a Live Nation, alegando cláusula de confidencialidade. Essa postura não colaborativa incomodou o Ministério Público e a Polícia Civil, que afirmam que a confidencialidade não pode impedir investigações criminais e buscarão o documento por outros meios. O clube também é alvo de outras investigações sobre camarotes clandestinos, saques em dinheiro vivo e corrupção no clube social.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um grupo que obteve lucro de aproximadamente 650% com apostas em cartões amarelos suspeitos durante uma partida do Campeonato Carioca de 2026. Dois jogadores, um da Portuguesa e outro do Nova Iguaçu, foram amarelados em lances que levaram à investigação de manipulação de resultados.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro recuperou uma parte significativa de uniformes oficiais do Vasco da Gama roubados a caminho do clube. A carga, avaliada em R$ 900 mil, incluía peças da nova parceria com a Nike, como camisas, shorts, jaquetas e calças de jogo, treino e viagem. A recuperação ocorreu em menos de 24 horas após o roubo, com parte do material já sendo vendida online e nas ruas.
O Vasco da Gama sofreu um roubo de aproximadamente R$ 900 mil em materiais esportivos. A carga, composta por 200 caixas, desapareceu durante o transporte e parte dela foi recuperada pela Polícia Civil. A Nike, fornecedora do material, é responsável pelo transporte.
O árbitro Rodrigo Jose Pereira de Lima relatou em súmula ter precisado de ajuda da polícia para acessar seu vestiário após o jogo entre Corinthians e Flamengo. Ele descreveu ter sido ofendido por funcionários do Corinthians e que objetos foram arremessados contra o goleiro do Flamengo durante a partida. A atuação do árbitro foi criticada por ambos os times.
Uma investigação policial aponta para uma associação criminosa dentro do São Paulo, envolvendo a fraude na venda de camarotes no Morumbi. Um caderno apreendido revelou detalhes sobre um esquema que teria durado quase dois anos, com divisão de lucros entre envolvidos, incluindo um ex-superintendente do clube.
A Polícia Militar se reuniu com as torcidas organizadas de Athletico e Coritiba para discutir o esquema de segurança do clássico "Athletiba". A reunião definiu detalhes sobre o deslocamento das torcidas, horários e locais de acesso ao estádio Arena da Baixada para a partida.
A Polícia Militar de Minas Gerais registrou um boletim de ocorrência contra diretores do Vasco após o jogo contra o Cruzeiro, citando tumulto e o presidente Pedrinho como "mais inflamado". Houve uso de spray de pimenta para conter os ânimos e a arbitragem prestou depoimento na delegacia.
Antes da final do Campeonato Carioca, torcedores do Fluminense e Flamengo se confrontaram em Laranjeiras, resultando na detenção de 37 pessoas. A Polícia Militar interveio após relatos de início de confronto, apreendendo materiais como paus e pedras. Cenas de tumulto também foram registradas em São João de Meriti.
Um censo realizado com jogadores de times pequenos do Campeonato Carioca de 2026 revelou que quase 15% dos atletas já foram sondados por apostadores para manipular resultados. Há um inquérito em andamento no TJD-RJ e na Polícia Civil investigando um caso específico em uma partida do torneio.
A Polícia Militar definiu um esquema de segurança com quase 500 policiais para o clássico Ba-Vi, que decidirá o Campeonato Baiano. O plano envolve diversas unidades e policiais à paisana, além de seguranças privados contratados pela gestão do estádio. A questão da torcida única segue sendo um ponto de debate, com o Ministério Público mantendo a recomendação por motivos de segurança.