O artigo analisa o abismo financeiro e de gestão no futebol brasileiro, contrastando a oferta bilionária do Flamengo por Paquetá com a situação de clubes como Corinthians e São Paulo, que enfrentam investigações criminais e dívidas crescentes. A matéria destaca a disparidade de receitas e premiações entre os clubes, evidenciando os desafios estruturais do esporte no país.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis, declarou o clube como vítima em investigações de desvio de dinheiro que apuram R$ 11 milhões entre 2021 e 2025. Massis prometeu cooperação total com a Polícia Civil e anunciou auditoria em contratos da gestão anterior. Dois diretores investigados por esquema de ingressos foram afastados.
O São Paulo enfrenta uma crise política após a renúncia do presidente Julio Casares, 11 anos após um episódio similar com Carlos Miguel Aidar. A renúncia ocorre em meio a investigações de venda ilegal de ingressos, desvio de dinheiro na negociação de atletas e recebimento de valores em espécie pelo ex-presidente.
O coordenador das divisões de base do CRB, Johanisson Lima, conhecido como Joba, foi assassinado a tiros em Maceió. O crime ocorreu enquanto ele aguardava transporte para o centro de treinamento do clube. Câmeras de segurança registraram o momento do ataque.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente afastado do São Paulo após ser alvo de denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária. A renúncia ocorre para preservar sua saúde, proteger a família e evitar que disputas políticas prejudiquem o clube. O vice-presidente interino, Harry Massis Júnior, assume o cargo.
A renúncia do presidente Julio Casares não resolve a crise de instabilidade no São Paulo, segundo a colunista Milly Lacombe. Ela aponta que o técnico Hernán Crespo enfrentará o desafio de blindar o time diante da pressão política e investigações internas que continuarão a gerar barulho.
A Polícia Civil investiga possíveis desvios de dinheiro das contas do São Paulo, com foco em R$ 11 milhões em saques e R$ 1,5 milhão em depósitos na conta do ex-presidente Julio Casares. Após o impeachment de Casares, a polícia espera maior cooperação do clube, agora sob o comando de Harry Massis Jr., para avançar nas apurações e identificar vítimas de um possível esquema.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, enviou um texto aos conselheiros do clube antes da votação de seu impeachment. Ele se defende de acusações investigadas pela Polícia Civil e argumenta que aprovar o impeachment sem provas concretas configura um pré-julgamento, pedindo reflexão e responsabilidade institucional.
O artigo de Milton Neves argumenta que o presidente do São Paulo, Julio Casares, não possui mais condições de permanecer no cargo devido às investigações financeiras e ao clima de crise. O autor destaca que as movimentações milionárias incompatíveis com seu salário, apuradas por Coaf e Polícia Civil, tornam inviável a governabilidade e a representação do clube.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, contratou o advogado Daniel Bialski para sua defesa em investigações policiais sobre possíveis desvios de dinheiro e vendas de atletas da base por valores abaixo do mercado. Bialski, ex-diretor jurídico do Corinthians, já iniciou os contatos com a Polícia Civil.
Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians, solicitou ao Conselho Deliberativo o afastamento imediato do ex-presidente Andrés Sanchez. A sugestão visa assegurar a credibilidade institucional diante de investigações internas e externas sobre supostos gastos irregulares. A Justiça rejeitou parte das acusações contra Sanchez, mas medidas cautelares foram mantidas.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.