Denúncias e investigações policiais envolvendo o ex-presidente Julio Casares abalaram as negociações para a renovação dos naming rights do Morumbis entre São Paulo e Mondelez. A crise institucional do clube esfriou o interesse da empresa, que considera buscar outro parceiro se a imagem do São Paulo não for restaurada.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente afastado do São Paulo após ser alvo de denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária. A renúncia ocorre para preservar sua saúde, proteger a família e evitar que disputas políticas prejudiquem o clube. O vice-presidente interino, Harry Massis Júnior, assume o cargo.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o afastamento do presidente Júlio Casares por 188 votos a favor e 45 contra. O vice Harry Massis Júnior assume interinamente. A decisão final sobre a permanência de Casares dependerá de uma Assembleia Geral dos sócios adimplentes em até 30 dias. O processo de impeachment ocorre em meio a denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária no clube.
A Justiça de São Paulo determinou que o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo permita o voto online no pleito que pode resultar no impeachment do presidente Julio Casares. A decisão atende a um grupo de sócios e conselheiros da oposição, embora a defesa de Casares já tenha anunciado que irá recorrer. O processo de impeachment foi aberto contra Casares devido a denúncias de depósitos e saques em espécie suspeitos.
Organizadas de torcedores do São Paulo, como a Torcida Independente e a Dragões da Real, exigiram a renúncia do presidente Julio Casares. As torcidas citam denúncias de movimentações suspeitas e escândalos envolvendo a gestão, pedindo o afastamento do dirigente para preservar a imagem e a credibilidade do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o orçamento para 2026 em uma votação apertada, com 112 votos a favor e 107 contra. A aprovação, com uma margem pequena de apenas cinco votos, reflete a pressão interna sobre a diretoria de Júlio Casares após denúncias recentes.
A aprovação do orçamento do São Paulo para 2026 por uma margem apertada no Conselho Deliberativo reflete um forte abalo na gestão do presidente Julio Casares. Denúncias de camarotes clandestinos e indicação de canetas emagrecedoras irregulares, envolvendo diretores, contribuíram para a queda de aprovação. O cenário atual evoca crises passadas do clube, levando Casares a uma encruzilhada sobre a quem dar satisfação.
Denúncias envolvendo o departamento médico e um potencial esquema de camarotes clandestinos abalam o São Paulo, impactando tanto o cenário eleitoral quanto o planejamento de futebol para 2026. A crise no DM força uma reestruturação quase do zero, enquanto as acusações políticas colocam em xeque a sucessão presidencial e a influência da gestão atual.