O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, entrou com uma ação judicial para tentar reverter sua expulsão do quadro associativo do clube. A defesa alega que o processo interno foi marcado por graves irregularidades, como a presidência de Leonardo Pantaleão tanto da Comissão de Ética quanto da sessão de votação, e a realização de um escrutínio aberto e nominal em desacordo com o estatuto do clube. A expulsão ocorreu após investigações apontarem gastos pessoais no cartão corporativo do clube.
A expulsão de Andrés Sánchez do quadro associativo do Corinthians foi aprovada por 112 votos favoráveis em meio a um clima tenso no Conselho Deliberativo. A sessão foi marcada por discussões sobre o formato da votação, questionamentos jurídicos e a saída do vice-presidente do plenário.
Conselheiros do Corinthians aprovaram o afastamento provisório de Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, em reunião convocada unilateralmente por Osmar Stabile. A decisão gerou atritos administrativos e não foi reconhecida por Leonardo Pantaleão, vice-presidente do CD. Tuma Júnior pode contestar a validade da reunião na Justiça.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians, solicitou ao Conselho Deliberativo o afastamento imediato do ex-presidente Andrés Sanchez. A sugestão visa assegurar a credibilidade institucional diante de investigações internas e externas sobre supostos gastos irregulares. A Justiça rejeitou parte das acusações contra Sanchez, mas medidas cautelares foram mantidas.