O técnico Cuca foi apresentado oficialmente pelo Santos e comentou sobre sua condenação por estupro, afirmando que não deu a devida importância ao assunto na época. Ele também destacou suas ações em prol das mulheres e a má repercussão de sua chegada ao clube.
Apresentado como novo técnico do Santos, Cuca abordou a acusação de estupro na Suíça, anulada em 2024. Ele declarou estar engajado na luta contra o feminicídio e explicou suas ações recentes para conscientização e apoio a vítimas.
A matéria aborda a apresentação de Cuca como novo técnico do Santos, em meio a controvérsias sobre sua condenação por estupro. Paralelamente, discute a preparação da equipe para enfrentar o Cruzeiro no Brasileirão, detalhando o cenário de ambos os times, desfalques e expectativas para a reestreia do treinador.
O Serrano afastou o jogador João Gabriel Xavier Bertho, investigado por estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos. O clube suspendeu o contrato do atleta e afirmou repudiar qualquer forma de violência. A defesa do jogador negou o estupro e a emboscada, alegando que a vítima consentiu com a presença dos outros rapazes.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
Um jogador de 19 anos do Serrano-RJ, João Gabriel Xavier Bertho, foi afastado pelo clube após ser investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos. A defesa do jogador nega as acusações, enquanto o clube suspendeu seu contrato e repudiou qualquer forma de violência.
O artigo critica a condenação de uma criança de 12 anos por estupro em Minas Gerais, argumentando que o Estado opressor, associado a uma cultura machista, normaliza a pedofilia e a violência contra mulheres e crianças. A autora relaciona a pedofilia a uma norma social patriarcal e cita o caso Jeffrey Epstein como exemplo de redes de abuso envolvendo poderosos.
O Vasco-AC, time que empregou o goleiro Bruno, gerou polêmica ao homenagear três jogadores presos sob suspeita de estupro coletivo. A atitude gerou indignação e críticas, especialmente pela forma como o técnico tratou o caso, minimizando a gravidade e culpando as vítimas. O artigo destaca o desprezo do futebol pelas mulheres.
O Vasco-AC, novo time do goleiro Bruno, teve quatro jogadores presos acusados de tentativa de estupro coletivo. Antes de um jogo da Copa do Brasil, o elenco exibiu camisas de três atletas envolvidos no caso, gerando polêmica. O clube emitiu nota oficial condenando violência e afirmando colaboração com as investigações.
O goleiro Bruno, condenado pela morte de Eliza Samúdio, acertou com o Vasco-AC, time que tem quatro jogadores investigados por estupro. O clube declarou que adotou medidas administrativas internas e colaborará com as autoridades. Bruno aguarda registro para atuar na Copa do Brasil.
O jogador Daniel Alves, após ser acusado de estupro, comprou a SAD do São João de Ver, time da terceira divisão portuguesa, para voltar a jogar futebol. A autora critica a impunidade e o privilégio que permitem a ele essa atitude, em vez de se recolher.
Robinho teve sua pena de prisão reduzida em 160 dias após a Justiça de São Paulo aceitar o pedido de remição, baseado em atividades de estudo e trabalho no Centro de Ressocialização de Limeira. O ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão por estupro na Itália e está detido no Brasil desde março de 2024.
A defesa de Robinho entrou com um pedido de habeas corpus no STF para retirar o caráter hediondo de sua pena por estupro. A medida visa permitir a progressão de regime para o semiaberto. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido, e a decisão está nas mãos do ministro Luis Fux.
O artigo critica o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2025, que proíbe crianças estupradas de abortarem, argumentando que tal medida naturaliza a pedofilia e o estupro. A autora Milly Lacombe relaciona a proposta a uma cultura que sexualiza corpos infantis e questiona a prioridade dada a um feto em detrimento da vida concreta de uma criança vítima de violência sexual.
O ex-técnico de ginástica Fernando de Carvalho Lopes teve sua condenação por estupro de vulnerável mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), totalizando 28 anos de reclusão. O caso, que envolve abusos sexuais contra ginastas entre 1999 e 2016, foi inicialmente julgado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Ainda cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).