A matéria explica por que a FIFA permitiu a participação de jogadores acusados de estupro na Copa do Mundo de 2026. A entidade adota uma postura de respeito aos processos judiciais nacionais, liberando atletas a menos que haja suspensão disciplinar ou impedimento legal. O artigo detalha os casos de jogadores de Cabo Verde, Japão, Marrocos e Gana.
A jornalista Luiza Oliveira, em participação no programa Posse de Bola do Canal UOL, criticou a denúncia de estupro contra o capitão da seleção de Cabo Verde, afirmando que o caso manchou a história do país na Copa do Mundo. A reportagem aborda a falta de ação das entidades esportivas e a gravidade dos relatos.
O capitão da seleção de Cabo Verde, Ryan Mendes, está sob investigação por uma denúncia de estupro contra uma brasileira na Nova Zelândia. O incidente teria ocorrido em março, em um hotel onde a equipe estava concentrada para um torneio preparatório para a Copa do Mundo. A brasileira, contratada como intérprete, relatou agressões antes do estupro.
O lateral Achraf Hakimi foi vaiado durante a partida entre Marrocos e Escócia na Copa do Mundo, no mesmo dia em que o tribunal de apelação decidiu dar andamento ao processo de investigação por suposto estupro contra o jogador. Apesar do ocorrido, o técnico de Marrocos defendeu o atleta, enquanto Hakimi publicou uma mensagem nas redes sociais afirmando que "finalmente poderá falar" e que a justiça o considera um "alvo fácil".
O julgamento de Joey Mawson, piloto australiano acusado de estupro, trouxe à tona detalhes sobre os cuidados médicos de Michael Schumacher. Uma ex-enfermeira, vítima do suposto abuso, trabalhou em regime intensivo com a lenda da Fórmula 1, enfrentando uma 'cultura do silêncio' sobre seu estado de saúde. Mawson nega as acusações, alegando consentimento.
O artigo analisa a contratação de novos advogados por Robinho, condenado por estupro na Itália e preso no Brasil. A autora critica a estratégia da defesa, que alega injustiças na aplicação da pena por o estupro não ser considerado crime hediondo na Itália, argumentando que essa postura reflete a arrogância do ex-jogador e um descaso com as vítimas.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
O técnico Cuca admitiu que o caso de estupro no qual se envolveu na Suíça, na década de 80, o acompanhará pelo resto da vida. Ele reconhece que o fato é uma marca indelével e tem buscado atuar em prol da causa de combate à violência contra a mulher, inclusive através de palestras e apoio a vítimas.
O técnico Cuca foi apresentado oficialmente pelo Santos e comentou sobre sua condenação por estupro, afirmando que não deu a devida importância ao assunto na época. Ele também destacou suas ações em prol das mulheres e a má repercussão de sua chegada ao clube.
Apresentado como novo técnico do Santos, Cuca abordou a acusação de estupro na Suíça, anulada em 2024. Ele declarou estar engajado na luta contra o feminicídio e explicou suas ações recentes para conscientização e apoio a vítimas.
A matéria aborda a apresentação de Cuca como novo técnico do Santos, em meio a controvérsias sobre sua condenação por estupro. Paralelamente, discute a preparação da equipe para enfrentar o Cruzeiro no Brasileirão, detalhando o cenário de ambos os times, desfalques e expectativas para a reestreia do treinador.
O Serrano afastou o jogador João Gabriel Xavier Bertho, investigado por estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos. O clube suspendeu o contrato do atleta e afirmou repudiar qualquer forma de violência. A defesa do jogador negou o estupro e a emboscada, alegando que a vítima consentiu com a presença dos outros rapazes.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
Um jogador de 19 anos do Serrano-RJ, João Gabriel Xavier Bertho, foi afastado pelo clube após ser investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos. A defesa do jogador nega as acusações, enquanto o clube suspendeu seu contrato e repudiou qualquer forma de violência.
O artigo critica a condenação de uma criança de 12 anos por estupro em Minas Gerais, argumentando que o Estado opressor, associado a uma cultura machista, normaliza a pedofilia e a violência contra mulheres e crianças. A autora relaciona a pedofilia a uma norma social patriarcal e cita o caso Jeffrey Epstein como exemplo de redes de abuso envolvendo poderosos.
O Vasco-AC, time que empregou o goleiro Bruno, gerou polêmica ao homenagear três jogadores presos sob suspeita de estupro coletivo. A atitude gerou indignação e críticas, especialmente pela forma como o técnico tratou o caso, minimizando a gravidade e culpando as vítimas. O artigo destaca o desprezo do futebol pelas mulheres.
O Vasco-AC, novo time do goleiro Bruno, teve quatro jogadores presos acusados de tentativa de estupro coletivo. Antes de um jogo da Copa do Brasil, o elenco exibiu camisas de três atletas envolvidos no caso, gerando polêmica. O clube emitiu nota oficial condenando violência e afirmando colaboração com as investigações.
O goleiro Bruno, condenado pela morte de Eliza Samúdio, acertou com o Vasco-AC, time que tem quatro jogadores investigados por estupro. O clube declarou que adotou medidas administrativas internas e colaborará com as autoridades. Bruno aguarda registro para atuar na Copa do Brasil.
O jogador Daniel Alves, após ser acusado de estupro, comprou a SAD do São João de Ver, time da terceira divisão portuguesa, para voltar a jogar futebol. A autora critica a impunidade e o privilégio que permitem a ele essa atitude, em vez de se recolher.
Robinho teve sua pena de prisão reduzida em 160 dias após a Justiça de São Paulo aceitar o pedido de remição, baseado em atividades de estudo e trabalho no Centro de Ressocialização de Limeira. O ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão por estupro na Itália e está detido no Brasil desde março de 2024.