Novos documentos liberados dos arquivos de Jeffrey Epstein acusam o presidente estadunidense Donald Trump de pedofilia e estupro. As revelações, baseadas em testemunhos sob juramento de supostas vítimas que eram menores de idade na época, também apontam para a falta de ação do FBI e mencionam outras figuras públicas como Bill Gates, Bill Clinton e Elon Musk.
A colunista Milly Lacombe expressa choque e perplexidade ao ver o nome do renomado linguista Noam Chomsky associado ao de Jeffrey Epstein, um empresário pedófilo. Embora a imagem de ambos em um jato particular não prove nada, documentos revelam que Chomsky pode ter recebido dinheiro de uma conta ligada a Epstein, levantando questões perturbadoras sobre a relação.
O artigo discute a cultura da pedofilia, analisando como a obra "Lolita" de Vladimir Nabokov contribui para a naturalização do crime. A autora relaciona este fato com as recentes revelações dos arquivos de Jeffrey Epstein, que expõem a proximidade de figuras públicas influentes com o pedófilo e sua rede.
O caso Epstein expõe a pedofilia como uma prática social disseminada e culturalmente aceita, especialmente em relação a adolescentes. A matéria critica a relativização dos crimes por figuras poderosas e a discrepância moral em relação a outros temas, argumentando que a pedofilia é uma doença cultural enraizada na sociedade.
O artigo critica o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2025, que proíbe crianças estupradas de abortarem, argumentando que tal medida naturaliza a pedofilia e o estupro. A autora Milly Lacombe relaciona a proposta a uma cultura que sexualiza corpos infantis e questiona a prioridade dada a um feto em detrimento da vida concreta de uma criança vítima de violência sexual.