Colunista Milly Lacombe argumenta que as festas do banqueiro Daniel Vorcaro deixaram de ser mero deboche e podem configurar tráfico humano, envolvendo refugiadas ucranianas. O texto cita troca de mensagens entre Vorcaro e o ex-diretor da Editora Globo Frederic Kachar, que se referiam às mulheres como 'a creche'. A colunista alerta para a proximidade de frequentadores das festas com o poder político, incluindo o presidente do TSE, às vésperas da eleição.
Colunista analisa a troca de mensagens entre o diretor-geral da editora Globo, Frederic Kachar, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, revelando uma relação de poder marcada por favores, negociatas e agenciamento de encontros com mulheres. O texto critica como práticas jornalísticas se curvaram aos interesses de Vorcaro e discute a questão de gênero e masculinidade envolvida. Questiona a permanência de Kachar no cargo, sugerindo que o escândalo pode não ter consequências.
Coluna opinativa argumenta que as orgias envolvendo figuras de poder, como Flávio Bolsonaro, Epstein e Vorcaro, devem ser tratadas como questão pública e não privada. A autora usa conceitos de gênero, classe, raça e sexualidade para analisar como essas festas revelam a estrutura e a distribuição do poder masculino e patriarcal.
O artigo discute como a crise política atual está intrinsecamente ligada a uma crise de gênero, analisando os papéis socialmente construídos para homens e mulheres. A autora argumenta que só é possível compreender e corrigir essa crise ao abordar as expectativas de comportamento impostas pelos gêneros, que fomentam a competição masculina e a subserviência feminina.
O artigo narra a história da Revolução Haitiana como a narrativa mais significativa da Copa do Mundo de 2026, destacando a luta pela liberdade contra o poder colonial francês. A autora ressalta a importância de lembrar e popularizar essa história, que representa uma ameaça aos sistemas de poder estabelecidos, citando esforços acadêmicos e críticas à FIFA por tentar silenciá-la.
A matéria analisa as declarações de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em uma entrevista, destacando sua afirmação sobre não desejar a maternidade e sua preferência por clubes-empresas. A colunista Alicia Klein elogia a franqueza de Leila e a vê como uma referência para mulheres que não se encaixam em expectativas tradicionais.
A coluna de Milly Lacombe analisa a postura de Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, diante de questionamentos sobre a convocação de Neymar, mesmo contundido. A autora argumenta que Ancelotti utilizou evasivas e piadas para contornar a situação, demonstrando habilidade em navegar em ambientes de poder e acomodar interesses, especialmente financeiros e de afeto em torno de Neymar. A análise sugere que o treinador está cumprindo um papel estratégico em vez de focar puramente no desempenho esportivo.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) analisa a dinâmica atual na criação de uma liga de futebol brasileiro, destacando a afinidade de Leila Pereira com a CBF como um ponto justo na negociação. Ele sugere que a CBF deve mediar o acordo, incorporando debates passados e definindo a participação de cada entidade.
O artigo analisa criticamente os cursos ministrados por Juliano Cazarré, argumentando que eles reforçam conceitos de poder, controle e dominação masculina. A autora Milly Lacombe defende que esses cursos promovem uma visão patriarcal e colonial de gênero, incentivando a rejeição do feminino e a manutenção de hierarquias sociais prejudiciais.
O artigo discute a implementação do Fair Play Financeiro pela CBF, analisando sua motivação, funcionamento e consequências. O texto explora como a regulação visa impor padrões de conduta aos clubes, promovendo solvência, transparência e controle de gastos, e comparando a iniciativa com modelos europeus como o da UEFA.
O artigo discute como o poder, especialmente em estruturas masculinistas, se articula através de festas e encontros privados, muitas vezes envolvendo atividades sexuais e uso de substâncias. A autora Milly Lacombe expõe que esses métodos são utilizados para determinar promoções, negócios e parcerias, excluindo mulheres de decisões importantes e reforçando o patriarcado.
A criação da liga do Campeonato Brasileiro se tornou um palco de disputa de poder entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o grupo Futebol Forte União (FFU). A FFU, turbinada por investidores, busca controle sobre os direitos de TV e publicidade, enquanto a CBF alega ilegalidade na interferência externa e defende seu papel organizador. Clubes da Série B, insatisfeitos com os acordos da FFU, buscam apoio da CBF, intensificando o embate.
O colunista Walter Casagrande Jr. discute o impacto significativo que um Dérbi, especialmente o clássico entre Corinthians e Palmeiras, pode ter na carreira de um jogador, com foco especial nos jovens talentos. Ele relembra sua própria experiência marcante em um Dérbi em 1982 e compara com a trajetória atual de jovens da base corintiana, destacando a importância da rivalidade para a consagração ou crise de um atleta.
A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo é vista como uma demonstração de poder financeiro e gestão exemplar. O artigo destaca que Flamengo e Palmeiras se tornaram referências no Brasil em organização e capacidade de investimento, inspirando outros clubes.
A reportagem investiga a real estrutura de poder na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), questionando a presidência formal de Samir Xaud. O artigo aponta Gustavo Dias Henrique, um dos vices, como a figura central que detém o poder de decisão e influência, inclusive junto a figuras como Gianni Infantino e o presidente Lula. Henrique é descrito como o homem de confiança do ministro Gilmar Mendes, agindo como um "zagueiro" para evitar a ascensão de outros vice-presidentes.
O Flamengo adota uma nova estratégia de contratações para a janela de transferências, buscando jogadores de destaque no mercado nacional para reforçar seu elenco e enfraquecer adversários. Essa mudança indica uma postura de poder e investimento, contrastando com a abordagem anterior de focar em atletas europeus.
A colunista Milly Lacombe expressa choque e perplexidade ao ver o nome do renomado linguista Noam Chomsky associado ao de Jeffrey Epstein, um empresário pedófilo. Embora a imagem de ambos em um jato particular não prove nada, documentos revelam que Chomsky pode ter recebido dinheiro de uma conta ligada a Epstein, levantando questões perturbadoras sobre a relação.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, por expor jogadores e o técnico Abel Ferreira em reunião de conselho. Casagrande argumenta que essa atitude quebra a confiança conquistada e soa como traição, especialmente por ter ocorrido pelas costas do elenco. A reportagem também menciona a tentativa de Leila de mudar o estatuto para obter mais um mandato.
O CEO do Grêmio, Alex Leitão, criticou o Flamengo por um suposto projeto de transformar o Brasileirão em um modelo semelhante à Bundesliga alemã. Segundo Leitão, o clube carioca busca um protagonismo similar ao do Bayern de Munique, concentrando poder e influenciando o campeonato a seu favor.
Mauro Cezar Pereira critica a possibilidade de Leila Pereira buscar um terceiro mandato como presidente do Palmeiras, comparando-a a outros dirigentes e destacando a busca pelo poder. Ele considera que a postura da presidente reflete um padrão comum na cartolagem do futebol, independentemente do gênero.