Um ex-dirigente do Boca Juniors revelou que o jogador Neymar foi oferecido ao clube argentino antes do Mundial de Clubes de 2025. A oferta partiu de um empresário brasileiro, e embora não tenha sido confirmada como concreta, chamou a atenção do dirigente. A notícia surge em meio a especulações sobre o futuro de Neymar após o fim de seu contrato com o Santos.
O Campeonato Mundial de Clubes Feminino de vôlei em São Paulo foi alvo de críticas do dirigente Pietro Maschio, que citou problemas na organização. Tanto a FIVB quanto a Prefeitura de SP refutaram as acusações, afirmando que o torneio atendeu aos padrões exigidos. O clube Conegliano, onde atua Gabi Guimarães, emitiu nota posterior esclarecendo que a crítica visava as altas esferas do vôlei, não os organizadores brasileiros.
Um dirigente do Conegliano, clube italiano de vôlei, criticou duramente a organização do Mundial de Clubes de 2025, sediado no Brasil. Pietro Maschio afirmou que o torneio é "um fardo" e que sua equipe "voltou para casa cheia de pulgas" devido a problemas de infraestrutura, como uma quadra "vergonhosa".
Elano Blumer, atual gerente das categorias de base do Santos, detalha os desafios e motivações em sua nova função, contrastando com suas experiências como treinador. Ele expressa preocupação com o estado de espírito de Neymar e relembra sua amizade com Robinho, defendendo a importância de manter laços apesar das condenações.
O artigo analisa como o executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, bancou a contratação de Roger Machado e vinculou seu próprio futuro profissional ao sucesso do treinador. Rui Costa defendeu a demissão de Hernán Crespo, apostando em um projeto "autoral" com Roger Machado, apesar da insatisfação da torcida e das críticas internas.
O irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, Assis, revelou em um documentário que o jogador estava prestes a retornar ao Grêmio em 2011. No entanto, uma declaração de um dirigente do Milan e o desejo de Ronaldinho de morar no Rio de Janeiro levaram à sua transferência para o Flamengo. O ex-presidente do Grêmio, Paulo Odone, criticou Assis, alegando que a "gulodice" dele inviabilizou o acerto.
O presidente do Mixto-PB, Marconi da Silva, foi acusado de tentar "comprar a arbitragem" em jogo da Série A3 do Brasileiro Feminino. A árbitra Silvia Camila de Oliveira Antunes registrou o fato em súmula após a derrota de sua equipe para o União-RN. O dirigente negou as acusações, alegando que suas reclamações foram feitas em um vídeo divulgado nas redes sociais.
O ex-CEO do São Paulo, Márcio Carlomagno, foi expulso do quadro associativo do clube por omissão em supostas irregularidades na cessão de um camarote para a diretoria do futebol feminino. A Comissão Disciplinar decidiu pela expulsão após representação de conselheiros. A defesa de Carlomagno alegou nulidades, mas os argumentos foram rejeitados.
O artigo destaca a confiança que o técnico Carlo Ancelotti deposita em Danilo para a Copa do Mundo, enfatizando sua liderança e personalidade. No Flamengo, o jogador é visto como um 'auxiliar' em campo para Leonardo Jardim e um futuro dirigente para o presidente Luiz Eduardo Baptista, que cogita até mesmo um projeto pós-carreira.
O CSO do Atlético-MG, Paulo Bracks, desabafou sobre a intensa pressão sofrida por profissionais do futebol, revelando ter chorado escondido em situações de angústia e raiva. Ele criticou a forma como dirigentes e jogadores são "achincalhados" e as consequências para a saúde mental, comparando a situação a um "pico de ignorância" disseminado por pessoas sem conhecimento.
Colunistas do UOL, Danilo Lavieri e Arnaldo Ribeiro, debatem as reclamações de arbitragem envolvendo Palmeiras e São Paulo. A discussão gira em torno de quem tem o direito de reclamar, com Lavieri criticando a pressão exercida por ambos os clubes e apontando que o Palmeiras também tem histórico de reclamações. Ribeiro, por sua vez, destaca a organização do Palmeiras em relação à arbitragem, contrastando com a desconexão do São Paulo.
O Diretor de Futebol do Palmeiras, Anderson Barros, respondeu a declarações feitas por um dirigente do São Paulo. A matéria aborda a repercussão dessas declarações no âmbito esportivo.
O diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, criticou publicamente Rui Costa, executivo do São Paulo, por declarações sobre arbitragem antes do clássico. Barros classificou a atitude de Costa como 'oportunista e irresponsável', pedindo serenidade para a partida.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, apresentou uma justificativa judicial para sua ausência em uma audiência da Comissão de Ética do clube. Ele alega que uma decisão judicial o impede de ter contato com dirigentes, e que comparecer à oitiva configuraria descumprimento da medida.
O artigo analisa a alta rotatividade de técnicos no Campeonato Brasileiro, destacando a pressão por resultados imediatos e o "analfabetismo" de dirigentes e imprensa sobre futebol. São citadas as demissões recentes de treinadores renomados, mostrando um padrão preocupante na cultura do futebol nacional.
O artigo relembra os sete anos sem a presença de Eurico Miranda, ex-dirigente do Vasco da Gama. O texto destaca a personalidade polêmica de Eurico e momentos marcantes de sua carreira, incluindo trechos de debates acalorados no programa 'Terceiro Tempo' com Milton Neves e Neto.
Walter Casagrande Jr. cobra John Textor, dono da SAF do Botafogo, por explicações após a eliminação do clube na pré-Libertadores. Casagrande afirma que Textor é o principal responsável pela má fase do time, incluindo salários atrasados e contratos travados, e exige transparência do dirigente.
A súmula do Gre-Nal, final do Campeonato Gaúcho, revelou acusações graves do Internacional contra a arbitragem. Dirigentes e advogados do clube teriam chamado o árbitro de 'ladrão' e 'filho da puta' após a anulação de um pênalti, além de objetos terem sido arremessados no gramado.
O presidente do Flamengo, Bap, reuniu-se com o diretor de futebol José Boto em meio a especulações sobre a saída deste último. A demissão de Boto é vista como questão de tempo devido ao desgaste interno com jogadores e funcionários, além de polêmicas passadas.
O vice-presidente de futebol do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, criticou veementemente a preparação física do elenco após a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil. Ele lamentou o alto número de lesões, comparando o time a um 'açougue', e prometeu medidas para corrigir a metodologia e a postura da equipe.