Leila Pereira, presidente do Palmeiras, declarou que não buscará a reeleição ao final de seu mandato em dezembro de 2027. Ela expressou preferência pelo modelo de clube-empresa e admitiu a possibilidade de se tornar dona de um clube no futuro, criticando a dinâmica política dos clubes associativos. A dirigente também afastou qualquer participação na negociação de seu enteado com o Vasco.
A matéria analisa as declarações de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em uma entrevista, destacando sua afirmação sobre não desejar a maternidade e sua preferência por clubes-empresas. A colunista Alicia Klein elogia a franqueza de Leila e a vê como uma referência para mulheres que não se encaixam em expectativas tradicionais.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, sinaliza um modelo de clube-empresa, possivelmente expandindo para outras equipes, e reforça a manutenção do elenco atual com foco no desempenho esportivo. A gestão busca equilíbrio financeiro enquanto projeta altas arrecadações com vendas de jogadores, visando manter o time competitivo no Brasileirão e na Libertadores.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, agendou uma reunião com o empresário Diego Fernandes para discutir a implementação de um modelo de SAF (Sociedade Anônima do Futebol) no clube. Diego Fernandes já apresentou uma proposta formal com ideias de reforma estatutária e sugestões para viabilizar investimentos privados.
O artigo discute a evolução jurídica dos clubes de futebol no Brasil, desde a adoção de associações sem fins econômicos até a recente Lei da SAF. O autor argumenta que a tributação desigual historicamente favoreceu o modelo associativo em detrimento do empresarial, mas a nova lei, aliada à reforma tributária, pode promover a homogeneidade e a modernização do futebol.
O Guanabara City, clube de Goiás fundado como projeto social, tem surpreendido na Copinha 2026, avançando às oitavas de final. O time, que já venceu o Vasco, demonstra força e qualificação, desafiando a ideia de ser uma "zebra".