Segunda parte da coluna de Juca Kfouri sobre a crise do São Paulo FC, criticando que o debate interno do clube permanece restrito a questões político-associativas e eleitorais. O autor analisa as chapas de situação e oposição, aponta que nenhuma menciona a SAF como solução e defende uma mudança real de modelo e estrutura do futebol profissional.
Coluna de Juca Kfouri critica a cobertura da imprensa sobre as SAFs, argumentando que fracassos são amplamente reverberados enquanto sucessos são ignorados. O autor compara a crise do São Paulo FC, clube associativo com gramados imprestáveis e dívidas, com os casos positivos de Uberlândia, Santa Cruz e Internacional de Limeira, que avançaram de divisões com apoio de projetos de SAF.
O colunista Juca Kfouri analisa a grave crise institucional, financeira e esportiva do São Paulo FC, recapitulando artigos anteriores em que alertava sobre a decadência do clube. O texto atribui a situação à 'politicalha' interna, ao associativismo e à rejeição de modernizações como a criação de uma SAF. Com as eleições no fim do ano, o autor defende que a reconstrução exige mudanças estruturais profundas.
O artigo discute o impacto da reforma tributária na tributação de clubes esportivos e Sociedades Anônimas do Futebol (SAF). Analisa a complexidade de se criar regimes tributários específicos para associações sem fins lucrativos, comparando com modelos internacionais e propondo soluções para beneficiar esportes olímpicos sem desfavorecer o futebol profissional.
O artigo discute a Lei da SAF e sua coexistência com o modelo associativista no futebol brasileiro. Analisa como a SAF introduziu um novo ambiente para financiamento e desenvolvimento, contrastando com as particularidades e desigualdades dos clubes tradicionais. O texto levanta questões sobre o futuro do associativismo e a necessidade de ambos os modelos coexistirem para a sustentabilidade do esporte.
O artigo discute a evolução jurídica dos clubes de futebol no Brasil, desde a adoção de associações sem fins econômicos até a recente Lei da SAF. O autor argumenta que a tributação desigual historicamente favoreceu o modelo associativo em detrimento do empresarial, mas a nova lei, aliada à reforma tributária, pode promover a homogeneidade e a modernização do futebol.