O Instituto Leão do Mar, braço social do Santos, completou um mês de atividades com 21 ações sociais e ambientais realizadas em seis municípios paulistas, alcançando mais de 1.500 crianças. Entre os destaques estão a arrecadação de mais de quatro toneladas de materiais recicláveis, ações de limpeza de praias e serviços de saúde oferecidos na Vila Belmiro. O instituto, presidido por Patrícia Gorisch, pretende ampliar suas atividades após o período inicial.
Desde a chegada da família Menin, o Atlético-MG recebeu grande volume de recursos, mas o endividamento continuou crescendo por causa da gastança com o futebol. A partir da virada do ano, a diretoria passou a priorizar a quitação das dívidas tributária, bancária e do estádio, que somam cerca de R$ 1,3 a 1,4 bilhão. Com receita de R$ 800 milhões em 2026, o clube projeta superávit operacional e busca um caminho sustentável para suas finanças.
O Atlético-MG projeta a necessidade de um novo aporte financeiro para 2027, mesmo após receber R$ 530 milhões. O clube busca sustentabilidade a longo prazo para manter seu patamar de competitividade no futebol, com planos que incluem a possível chegada de investidores estrangeiros.
O artigo de Juca Kfouri discute a implementação do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro pela CBF, destacando os desafios de lidar com as desigualdades entre os clubes. A análise contrapõe a introdução do sistema em diferentes momentos históricos, ilustrando como isso poderia ter beneficiado ou prejudicado times como São Paulo e Flamengo.
A WSL e o SailGP anunciaram uma parceria inédita focada em ações de sustentabilidade ambiental para a preservação dos oceanos. A colaboração terá sua primeira iniciativa com uma operação de limpeza na Baía de Guanabara, com o objetivo de remover seis toneladas de resíduos.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro, argumentando que a atividade esportiva deveria ser um tema de Estado com políticas públicas para desenvolvimento social e econômico. O autor critica a falta de um pensamento de Nação nas leis recentes e a crise sistêmica dos clubes, propondo a criação de uma liga forte e a adoção do Fair Play Financeiro para garantir a sustentabilidade.
Por Leonardo Lourenço e Raphael Zarko em 2026-03-10
O presidente da ANRESF, Caio Cordeiro de Resende, prevê decisões rápidas no sistema de fair play financeiro do futebol brasileiro, mas alerta para um mercado "em ajuste". Ele destaca a importância da educação e comunicação para a correta aplicação do regulamento, que busca evitar a repetição de práticas de gestão irresponsáveis por parte dos clubes.
O artigo discute como o Angel City FC, clube fundado pela atriz Natalie Portman, exemplifica a aplicação prática dos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) no esporte. A iniciativa nasceu da busca por igualdade salarial no futebol feminino e se tornou um modelo de negócio que alia compromisso social a sustentabilidade institucional, atraindo investidores e fortalecendo a identidade da organização.
O artigo discute a Lei da SAF e sua coexistência com o modelo associativista no futebol brasileiro. Analisa como a SAF introduziu um novo ambiente para financiamento e desenvolvimento, contrastando com as particularidades e desigualdades dos clubes tradicionais. O texto levanta questões sobre o futuro do associativismo e a necessidade de ambos os modelos coexistirem para a sustentabilidade do esporte.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) arcará com despesas estruturais da Série B, como arbitragem e VAR, em troca da adoção de novas diretrizes de gestão pelos clubes. Especialistas em governança e direito desportivo veem a medida como positiva para a profissionalização e equilíbrio da competição, desde que as regras sejam claras e justas. A iniciativa visa induzir práticas mais sustentáveis e aumentar a credibilidade das equipes.
O artigo discute o aumento expressivo nos valores de transferências e salários de jogadores no futebol brasileiro, impulsionado pelo dinheiro de apostas e contratos de TV. O autor levanta a preocupação sobre a sustentabilidade financeira, exemplificando com casos de grandes contratações e a dificuldade em reter talentos promissores.
O cardápio luxuoso para o Super Bowl LX foi revelado, com iguarias como hambúrguer de 1,3kg, caviar e pastrami defumado por 12 horas. A NFL, em parceria com o Levi's Stadium, focou em ingredientes locais e sustentabilidade, oferecendo mais de 15 restaurantes e opções variadas de comidas e bebidas para os fãs.
O Nova Venécia optou por não participar de competições em 2026 para priorizar sua reorganização institucional e financeira. A CEO do clube, Deis Chaves, enfatizou a necessidade de estruturar processos e garantir a sustentabilidade antes de retornar aos gramados. A decisão visa construir um futuro mais sólido para a agremiação.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro (FPF) no futebol, contrastando a necessidade de sustentabilidade financeira com a agressividade de torcedores que se recusam a aceitar a realidade. O autor, Mauro Cezar Pereira, baseia-se na análise de Bruno Chatack, especialista em gestão esportiva, para alertar sobre os riscos do 'doping financeiro'.
O Fortaleza anunciou o encerramento de seu projeto de futebol feminino a partir de 2026, citando restrições orçamentárias e a necessidade de garantir a sustentabilidade financeira do clube. A decisão ocorre após conquistas recentes da equipe feminina, como o Campeonato Cearense, e o rebaixamento da equipe masculina para a Série B.
A FIA divulgou uma simulação virtual do carro de Fórmula 1 de 2026 em Mônaco, destacando novas características aerodinâmicas e um motor híbrido com foco em sustentabilidade. As mudanças incluem um carro mais estreito, asa traseira simplificada e a introdução da aerodinâmica ativa.
A Fórmula 1 e a FIA detalharam as novidades para o carro de 2026, apresentando novas imagens e explicações sobre os termos técnicos. As principais mudanças incluem a introdução de aerodinâmica ativa, a substituição do DRS pelo modo de ultrapassagem com energia elétrica extra e o foco em sustentabilidade com motores híbridos e combustíveis 100% renováveis.
A estreia do Flamengo no Mundial de Clubes de 2025 ocorrerá no Estádio Ahmad Bin Ali, no Catar, conhecido por sua sustentabilidade, com mais de 90% de seus materiais de construção reciclados ou reaproveitados. O estádio, que sediou jogos da Copa do Mundo de 2022, foi reconstruído com foco em eficiência energética e hídrica, inspirando-se na cultura local e no deserto.
Um leilão com camisas autografadas de Neymar e Zico, além de outras experiências exclusivas, está sendo realizado para arrecadar fundos. O objetivo é financiar a criação do Índice Brasileiro de Sustentabilidade no Futebol e apoiar projetos sociais ligados ao esporte.
A CBF anunciou um novo sistema de Fair Play Financeiro, chamado Regulamento de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, com o objetivo de reformar e fortalecer o futebol nacional. O sistema, inspirado em ligas europeias, busca controlar as finanças dos clubes, embora apresente particularidades e não seja considerado perfeito.