O colunista Juca Kfouri critica a relação histórica entre governos e o futebol brasileiro, argumentando que décadas de mimos como isenções tributárias, perdões e crédito subsidiado geraram irresponsabilidade nos clubes, sem contrapartidas. Ele analisa a crise estrutural de grandes clubes, citando São Paulo e Corinthians como exemplos de dívidas impagáveis, e questiona se o governo deve oferecer novo socorro financeiro. O autor defende a reconstrução das bases do esporte, com a criação de uma Secretaria Especial do Futebol e políticas públicas de longo prazo.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro, argumentando que a atividade esportiva deveria ser um tema de Estado com políticas públicas para desenvolvimento social e econômico. O autor critica a falta de um pensamento de Nação nas leis recentes e a crise sistêmica dos clubes, propondo a criação de uma liga forte e a adoção do Fair Play Financeiro para garantir a sustentabilidade.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.