Walter Casagrande, em sua análise no programa Fim de Papo, criticou a briga generalizada na final do clássico mineiro entre Cruzeiro e Atlético-MG. Ele enfatizou que o comportamento violento no futebol está intrinsecamente ligado à sociedade e que jogadores precisam entender sua influência como referências para os jovens.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) celebra a vitória do Real Madrid sobre o Benfica, destacando Vinicius Júnior como protagonista e símbolo de uma vitória contra o racismo e a desigualdade. A performance do jogador é enaltecida como um marco para a sociedade mundial.
O artigo do Blog do Alliatti denuncia uma série de episódios recentes no futebol brasileiro que remetem a comportamentos primitivos. Aborda casos de racismo, machismo e intimidação a uma criança em estádios, questionando o avanço da sociedade frente a reações conservadoras.
O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, lamentou a nova denúncia de racismo contra Vinicius Júnior, classificando o episódio como um reflexo da 'pior fase dos valores humanos' na sociedade. O português destacou a necessidade de empatia e justiça, estendendo a crítica para além do futebol.
O artigo critica a condenação de uma criança de 12 anos por estupro em Minas Gerais, argumentando que o Estado opressor, associado a uma cultura machista, normaliza a pedofilia e a violência contra mulheres e crianças. A autora relaciona a pedofilia a uma norma social patriarcal e cita o caso Jeffrey Epstein como exemplo de redes de abuso envolvendo poderosos.
Walter Casagrande Jr. critica a declaração de Filipe Luís sobre o racismo contra Vinicius Jr. ser um caso isolado, argumentando que o racismo é um crime estrutural e pervasivo, não um evento pontual. Ele enfatiza que pessoas brancas não podem minimizar a dor de quem sofre racismo e recomenda leituras e palestras para aprofundar o entendimento sobre o tema.
A colunista Alicia Klein critica o silêncio de figuras brancas diante do racismo sofrido por Vini Jr. O artigo argumenta que a reação do jogador negro ao ser vítima de ofensas racistas é vista como 'vitimismo' pela sociedade, enquanto figuras privilegiadas optam pelo conforto do silêncio. Klein destaca o contraste entre Vini Jr. e Virginia Fonseca, que ignora o racismo para manter sua agenda de conteúdo.
O artigo argumenta que o caso Jeffrey Epstein deve ser compreendido dentro das estruturas do patriarcado, e não como um sintoma do capitalismo ou de conspirações políticas. A autora defende que a violência contra mulheres e a dominação masculina são elementos centrais que organizam a sociedade e fundamentam sistemas econômicos.
O artigo discute o colapso da ilusão democrática nos Estados Unidos, expondo um sistema que submete a população a dívidas, vícios e manipulação psicológica. A autora argumenta que a nação está em um ponto de virada, confrontando um modelo capitalista de isolamento e competição em favor de solidariedade e comunidade.
O artigo de opinião de Milton Neves expressa desejos para o ano de 2026, abrangendo desde o fim de guerras e a erradicação de drogas até conquistas esportivas e o fortalecimento familiar. O autor compartilha esperanças e reflexões pessoais sobre diversos aspectos da sociedade e do mundo.
O artigo discute o racismo sob a perspectiva de que é um problema para as pessoas brancas, argumentando que elas devem usar seus privilégios para combater as estruturas racistas. A autora Milly Lacombe defende que a luta contra o racismo é um dever moral para os brancos, e não uma ajuda, visando uma sociedade mais justa. A matéria também menciona o machismo e a importância da diversidade de vozes na luta por igualdade.
A matéria discute a importância do Dia Nacional de Combate ao Racismo, enfatizando a necessidade de transpor o discurso para a prática, especialmente no esporte. Aborda a legislação brasileira e internacional contra o racismo e a injúria racial, além das punições no âmbito desportivo, mas ressalta o desafio de efetivar essas normas.
O caso Epstein expõe a pedofilia como uma prática social disseminada e culturalmente aceita, especialmente em relação a adolescentes. A matéria critica a relativização dos crimes por figuras poderosas e a discrepância moral em relação a outros temas, argumentando que a pedofilia é uma doença cultural enraizada na sociedade.
A colunista Milly Lacombe expressa fascínio pela crescente tendência de jovens que vivem em seus carros, explorando os motivos por trás dessa escolha e os desafios inerentes a esse estilo de vida. Ela argumenta que essa geração, conhecida como "milenial", busca autenticidade, liberdade e um significado alternativo em contraste com a sociedade de consumo e as crises socioeconômicas.
O artigo critica o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2025, que proíbe crianças estupradas de abortarem, argumentando que tal medida naturaliza a pedofilia e o estupro. A autora Milly Lacombe relaciona a proposta a uma cultura que sexualiza corpos infantis e questiona a prioridade dada a um feto em detrimento da vida concreta de uma criança vítima de violência sexual.
O artigo de Milly Lacombe discute as dificuldades enfrentadas por Vini Jr. devido à sua luta contra o racismo no futebol. A autora argumenta que a sociedade espera passividade de pessoas negras e que Vini, ao se posicionar, enfrenta críticas e um custo emocional que afeta seu desempenho.