O artigo narra a história da Maré Vermelha, torcida gay do Inter de Santa Maria, que existiu de 1979 a 1990. Fundada por Marcelino Cabral, a torcida surgiu do carnaval e buscou ampliar espaços de convivência para pessoas LGBT+ no futebol. Apesar de preconceitos, a Maré Vermelha se destacou pela resistência e legado de inclusão.
Grupos LGBT+ denunciaram o técnico Abel Braga e o Internacional ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após uma declaração homofóbica do treinador. Os movimentos buscam punições severas para combater discursos discriminatórios no futebol, argumentando que um simples pedido de desculpas não resolve o problema e que o esporte ainda é um ambiente propício a esse tipo de opinião.