O artigo narra a história da Maré Vermelha, torcida gay do Inter de Santa Maria, que existiu de 1979 a 1990. Fundada por Marcelino Cabral, a torcida surgiu do carnaval e buscou ampliar espaços de convivência para pessoas LGBT+ no futebol. Apesar de preconceitos, a Maré Vermelha se destacou pela resistência e legado de inclusão.
O artigo noticia o falecimento de Volmar Santos, criador da Coligay, a primeira torcida organizada gay do Brasil, vinculada ao Grêmio. Sua iniciativa, surgida nos anos 70, buscou dar visibilidade à comunidade LGBTQIA+ nas arquibancadas em um período de forte preconceito, tornando-se um símbolo de resistência e coragem no esporte.
O Flamengo demonstra interesse no atacante Taty Castellanos, mas a Lazio apresenta resistência devido à importância do jogador e à falta de reposição. A negociação é dificultada pela janela europeia, que reluta em liberar atletas no meio da temporada. Rodrigo Mattos explicou a situação no UOL News Esporte.
O artigo discute a relação entre o Dia das Bruxas e o feminismo, resgatando a figura histórica das mulheres perseguidas e assassinadas durante a Idade Média, conhecidas como 'bruxas'. A autora argumenta que essa perseguição foi, na verdade, um genocídio contra mulheres e saberes, e que o feminismo busca ressignificar a imagem da bruxa como um arquétipo de poder e resistência.