A advogada de Hulk, Marisa Alija, denunciou nas redes sociais o que chamou de 'etarismo' em críticas direcionadas ao atacante do Atlético-MG. Segundo ela, questionamentos sobre a idade do jogador, que completará 40 anos em 2026, são frutos de preconceito. A defesa de Hulk cita o protagonismo do atleta e comparações com opiniões de Romário sobre sua capacidade.
O diretor técnico Abel Braga será julgado pelo STJD por uma declaração homofóbica feita em 2023, na sua apresentação como treinador do Internacional. Ele foi denunciado pelo artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. A declaração ocorreu quando Abel questionou o uso de camisas rosas pelo time em treinos.
O artigo noticia o falecimento de Volmar Santos, criador da Coligay, a primeira torcida organizada gay do Brasil, vinculada ao Grêmio. Sua iniciativa, surgida nos anos 70, buscou dar visibilidade à comunidade LGBTQIA+ nas arquibancadas em um período de forte preconceito, tornando-se um símbolo de resistência e coragem no esporte.
O atacante brasileiro Léo Souza, destaque na Ásia, relatou sentir preconceito por parte de clubes brasileiros, que subestimam o futebol asiático. Ele expressou frustração por nunca ter recebido uma proposta para retornar ao país, apesar de sua trajetória de sucesso no continente. O jogador também considera a possibilidade de se naturalizar chinês.
O técnico Guto Ferreira, conhecido por seus acessos à Série A, rejeita o rótulo de "rei do acesso" e expressa o desejo de provar sua capacidade em clubes de elite. Ele revela ter enfrentado preconceito devido à sua obesidade, citando um clube estrangeiro que descartou sua contratação por sua imagem não ser a ideal. Guto também comenta sobre o apelido "Gordiola", que segundo ele, o humanizou e não foi usado de forma pejorativa.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo investiga a homofobia no futebol brasileiro, destacando que 70% dos times da Série A não utilizam a camisa de número 24, associada ao animal 'veado' no jogo do bicho. A matéria relata casos de polêmicas e ações judiciais, além da recente declaração homofóbica do técnico Abel Braga, que gerou repercussão negativa e promessa de acionamento do STJD.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.
A colunista Alicia Klein critica duramente o técnico Abel Braga por comentários homofóbicos e misóginos em sua apresentação no Internacional. Klein argumenta que o futebol precisa de um ambiente mais inclusivo, com menos preconceitos como os demonstrados por Braga, e que a homofobia recreativa prejudica o esporte e a sociedade.
Uma torcedora do Avaí foi flagrada praticando atos de racismo e xenofobia contra torcedores do Remo em Florianópolis. O incidente, registrado em vídeo, gerou repúdio de ambos os clubes, que prometeram investigar e punir os envolvidos.
O artigo de Juca Kfouri aborda um incidente de racismo explícito ocorrido em uma partida de futebol entre Avaí e Remo. O autor clama por punição rigorosa para os dois torcedores envolvidos, classificando-os como "cafajestes", e relaciona o ato à postura do prefeito de Florianópolis.
A jornalista Milly Lacombe criticou a postura de Vitor Roque em uma entrevista sobre uma acusação de homofobia, avaliando que o jogador demonstra total despreparo e desconhecimento da gravidade do caso. A comentarista enfatizou que minimizações e comparações com 'brincadeiras' agravam o preconceito, e que o jogador ainda não iniciou seu processo educativo sobre o tema.
O artigo analisa a declaração do jogador Vitor Roque sobre sua publicação homofóbica, onde ele a classificou como "brincadeira" e negou intenção maliciosa. Especialistas como Lucas Musetti e Luiza Oliveira criticam a falta de compreensão do atleta sobre a gravidade do ato e a necessidade de medidas educativas para combater o preconceito no esporte.
Gustavo Feijó, diretor de futebol masculino da CBF, classificou como "preconceituosas" as críticas de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira a técnicos estrangeiros. As declarações foram feitas em um fórum de treinadores, com Carlo Ancelotti presente, e geraram reações negativas. Feijó defendeu a inclusão e o respeito aos profissionais que atuam no Brasil, ressaltando a necessidade de união para valorizar o futebol nacional.