O pai do jogador Gérson denunciou ter sido hostilizado pela torcida do Flamengo no Maracanã, em partida contra o Cruzeiro. Segundo ele, o preconceito racial foi o motivo das ofensas, argumentando que "pessoas não aceitam o lugar que o negro está". Gérson também foi vaiado e chamado de "mercenário" pela torcida rubro-negra.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, será julgado no TJD-SP por declarações machistas contra a árbitra Daiana Muniz após a eliminação do time. O atleta proferiu que "não deveriam colocar uma mulher para apitar um jogo desse tamanho", o que gerou repercussão e pedidos de desculpas. Especialistas analisam o caso, citando os artigos 243-G e 243-F do CBJD e os limites da liberdade de expressão.
A colunista Alicia Klein critica a ideia de que o racismo é uma questão de opinião ou rivalidade clubística, defendendo que o preconceito não se enquadra na liberdade de expressão. O artigo aborda casos de racismo no futebol, como o sofrido pelo goleiro Hugo Souza, e ressalta a importância da união antirracista acima de qualquer rivalidade.
O Corinthians lançará um uniforme especial com a mensagem "Racismo é crime. Denuncie" estampada na gola como um manifesto contra o preconceito racial. A ação, em parceria com a AlmapBBDO e ALOB Sports, busca conscientizar sobre a urgência do debate sobre discriminação no futebol. O clube também exibirá o patch "A História Preta do Corinthians" e um QR Code para conteúdo educativo.
A coluna de opinião de Alicia Klein critica o ex-goleiro Marcos por ter reagido com um emoji de risada a uma notícia sobre ofensas racistas sofridas por Hugo Souza. A autora questiona a continuidade de Marcos como ídolo diante de suas postagens preconceituosas e de sua desculpa considerada superficial, destacando o impacto negativo do racismo, machismo e homofobia no esporte.
A noiva do goleiro Hugo Souza, Rauany Barcellos, confrontou o ex-goleiro Marcos após ele ter feito comentários com emojis de risada em uma publicação sobre atos racistas contra o jogador. Marcos pediu desculpas, alegando que viu o post superficialmente. Hugo Souza foi ofendido com termos racistas após a classificação do Corinthians contra a Portuguesa.
A lateral-direita Kati, da Ferroviária feminina, criticou o zagueiro Gustavo Marques, do Bragantino, por declarações consideradas machistas contra a árbitra Daiane Muniz. Kati enfatizou que o comentário não se trata de futebol, mas sim de preconceito e desrespeito, ressaltando a importância de um posicionamento responsável para não comprometer o ambiente do futebol feminino.
A Federação Paulista de Futebol (FPF) lançou uma campanha contra o machismo no futebol após uma árbitra ser alvo de comentários preconceituosos por um jogador. A FPF exibiu mensagens de respeito nas placas de publicidade de um jogo e afirmou que levará o caso à Justiça Desportiva, com o jogador sujeito a punição.
O colunista Milton Neves discute a nova denúncia de racismo contra Vinicius Junior em uma partida do Benfica. O autor compara a situação do jogador brasileiro com o histórico de preconceito enfrentado por Eusébio, ídolo do Benfica, nascido em Moçambique, questionando como o clube lidaria com o caso.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se manifestou sobre o caso de racismo envolvendo o jogador Vinicius Júnior. Ele reforçou a posição da entidade contra o preconceito racial no esporte e na sociedade, exigindo ações e responsabilização dos envolvidos. Infantino também elogiou o árbitro por ativar o protocolo antirracismo.
O CRB foi multado pelo STJD em R$ 30 mil por cântico homofóbico de sua torcida contra o jogador Neymar. A decisão ocorreu após denúncia da Procuradoria da Justiça Desportiva, que enquadrou o clube no artigo que trata de condutas discriminatórias. A defesa do CRB buscou a redução da pena, alegando campanhas do clube contra o preconceito.
Abel Braga, diretor técnico do Internacional, foi suspenso por cinco jogos e multado em R$ 20 mil pelo STJD por uma declaração homofóbica proferida no ano passado. A punição se aplica apenas à competição nacional e foi resultado de uma denúncia feita por uma organização LGBT.
O artigo narra a inusitada trajetória de Nuno Leal Maia, ator renomado, que assumiu o comando técnico do Londrina em 1996. A matéria explora os desafios, preconceitos e estratégias de marketing por trás dessa decisão, detalhando sua breve, porém marcante, passagem pelo clube.
A advogada de Hulk, Marisa Alija, denunciou nas redes sociais o que chamou de 'etarismo' em críticas direcionadas ao atacante do Atlético-MG. Segundo ela, questionamentos sobre a idade do jogador, que completará 40 anos em 2026, são frutos de preconceito. A defesa de Hulk cita o protagonismo do atleta e comparações com opiniões de Romário sobre sua capacidade.
O diretor técnico Abel Braga será julgado pelo STJD por uma declaração homofóbica feita em 2023, na sua apresentação como treinador do Internacional. Ele foi denunciado pelo artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. A declaração ocorreu quando Abel questionou o uso de camisas rosas pelo time em treinos.
O artigo noticia o falecimento de Volmar Santos, criador da Coligay, a primeira torcida organizada gay do Brasil, vinculada ao Grêmio. Sua iniciativa, surgida nos anos 70, buscou dar visibilidade à comunidade LGBTQIA+ nas arquibancadas em um período de forte preconceito, tornando-se um símbolo de resistência e coragem no esporte.
O atacante brasileiro Léo Souza, destaque na Ásia, relatou sentir preconceito por parte de clubes brasileiros, que subestimam o futebol asiático. Ele expressou frustração por nunca ter recebido uma proposta para retornar ao país, apesar de sua trajetória de sucesso no continente. O jogador também considera a possibilidade de se naturalizar chinês.
O técnico Guto Ferreira, conhecido por seus acessos à Série A, rejeita o rótulo de "rei do acesso" e expressa o desejo de provar sua capacidade em clubes de elite. Ele revela ter enfrentado preconceito devido à sua obesidade, citando um clube estrangeiro que descartou sua contratação por sua imagem não ser a ideal. Guto também comenta sobre o apelido "Gordiola", que segundo ele, o humanizou e não foi usado de forma pejorativa.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo investiga a homofobia no futebol brasileiro, destacando que 70% dos times da Série A não utilizam a camisa de número 24, associada ao animal 'veado' no jogo do bicho. A matéria relata casos de polêmicas e ações judiciais, além da recente declaração homofóbica do técnico Abel Braga, que gerou repercussão negativa e promessa de acionamento do STJD.