Rivais do Brasil na Copa do Mundo, Marrocos e Haiti têm novidades em suas convocações para a atual Data Fifa, que marca a última antes do torneio. Jogadores como Issa Diop (Marrocos) e Wilson Isidor (Haiti), nascidos em outros países europeus mas com ascendência, foram naturalizados e se juntam às seleções. Marrocos enfrentará Equador e Paraguai, enquanto Haiti jogará contra Tunísia e Islândia.
O zagueiro Walter Kannemann, peça fundamental do Grêmio, obteve a cidadania brasileira, liberando uma vaga de estrangeiro no elenco. Com a naturalização, o clube passa a ter 10 estrangeiros, respeitando o limite de nove estabelecido pela CBF para competições.
O meia Mauricio, do Palmeiras, obteve a cidadania paraguaia com homologação da Fifa, abrindo a possibilidade de defender a seleção do Paraguai. Ele citou laços familiares e a ajuda de Gustavo Gómez como motivadores para a busca pela naturalização. O jogador almeja uma vaga na Copa do Mundo de 2026.
O atacante brasileiro Felipe Silva, ídolo na China, avalia a possibilidade de se naturalizar para atuar pela seleção chinesa. Ele expressou um forte desejo de encerrar sua carreira na Ásia, destacando o carinho pelo país e o sucesso que outros brasileiros alcançaram nesse caminho.
O meia Maurício, nascido no Brasil, obteve a naturalização paraguaia por ascendência. Apesar de poder defender a seleção paraguaia e disputar a Copa do Mundo, ele não passará a ocupar uma vaga de estrangeiro no Palmeiras, mantendo sua nacionalidade brasileira. A mudança é positiva para o clube, que já possui outros seis estrangeiros.
O meia Maurício, atualmente no Palmeiras, obteve sua naturalização paraguaia e agora tem a possibilidade de defender a seleção do Paraguai na Copa do Mundo deste ano. A decisão foi oficializada pela FIFA, permitindo a mudança devido à nacionalidade paraguaia de seu pai, apesar de ter jogado pelas seleções de base do Brasil.
O meio-campista Maurício, do Palmeiras, obteve a naturalização paraguaia e está liberado pela FIFA para defender a seleção do Paraguai. A decisão pode influenciar o futuro do jogador, que já teve participação em jogos pelo clube paulista.
O meia Mauricio, do Palmeiras, naturalizou-se paraguaio e se tornou elegível para defender a seleção do país. A mudança permite que ele seja convocado pelo técnico Gustavo Alfaro, inclusive para a Copa do Mundo. O jogador já consta na lista da Fifa de atletas que trocaram de confederação.
O diretor esportivo da seleção paraguaia, Justo Villar, explicou o processo de naturalização do meia Mauricio, do Palmeiras, que agora está apto para ser convocado. O jogador iniciou o processo há cerca de sete meses, motivado pelo fato de seu pai ter nascido no Paraguai. Com a documentação em ordem, Mauricio poderá defender a seleção paraguaia na próxima Data Fifa.
O jogador Pedrinho, ex-Corinthians e atualmente no Shakhtar Donetsk, esclareceu rumores sobre uma possível naturalização na Ucrânia e um retorno ao clube brasileiro. Ele declarou que não houve conversas concretas sobre a naturalização e que sua preferência seria pela Seleção Brasileira caso houvesse propostas de ambos os lados. Pedrinho também negou um interesse oficial do Corinthians em sua contratação em 2025, mas expressou carinho pelo clube.
O atacante brasileiro Léo Souza, destaque na Ásia, relatou sentir preconceito por parte de clubes brasileiros, que subestimam o futebol asiático. Ele expressou frustração por nunca ter recebido uma proposta para retornar ao país, apesar de sua trajetória de sucesso no continente. O jogador também considera a possibilidade de se naturalizar chinês.
O artigo discute a cultura da pedofilia, analisando como a obra "Lolita" de Vladimir Nabokov contribui para a naturalização do crime. A autora relaciona este fato com as recentes revelações dos arquivos de Jeffrey Epstein, que expõem a proximidade de figuras públicas influentes com o pedófilo e sua rede.
O auxiliar técnico da seleção feminina de vôlei, Paulo Coco, expressou sua discordância com a naturalização de jogadoras em esportes coletivos. Ele também relembrou os duelos contra a Itália, destacando o trabalho de longo prazo da equipe europeia, mas criticando o uso de atletas naturalizadas.
O goleiro argentino Agustín Rossi, do Flamengo, poderá atuar pela seleção brasileira, mas apenas a partir de meados de 2028. Para isso, ele precisará completar cinco anos de residência ininterrupta no Brasil, conforme as regras da FIFA. Mesmo com o desejo de se naturalizar, sua convocação para a Copa de 2030 é vista com ceticismo pelo técnico Filipe Luís.
O jogador brasileiro Mauro Júnior, titular do PSV, está no centro de um debate na Holanda sobre a possibilidade de defender a seleção local. Sua versatilidade e bom desempenho têm gerado discussões em programas esportivos e redes sociais, aquecidas por atuações de destaque em jogos importantes. O jogador expressou orgulho com a possibilidade, mas aguarda contato oficial.