O Comitê Olímpico do Brasil (COB) lançou o programa "Mira Gestoras" para aumentar a representatividade feminina em cargos de liderança em confederações e entidades esportivas. A iniciativa, inspirada na NFL, visa capacitar mulheres para assumirem posições de destaque, refletindo os objetivos de equidade e inclusão no esporte nacional.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.