O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou à BBC que conta com amplo apoio das associações-membro para sua reeleição, apesar das críticas ao projeto abandonado de abrir a Copa do Mundo a investidores privados. O apoio da Confederação Asiática de Futebol (AFC) reforça sua posição de força para conquistar um quarto mandato. Nenhum candidato rival se apresentou publicamente até o momento, faltando menos de um mês para o prazo final de candidaturas.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) confirmou, em reunião em Tóquio, o apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa, após divergências anteriores. O anúncio do xeque Salman bin Ebrahim al Khalifa ocorre meses depois de a AFC rejeitar, junto com Uefa e Concacaf, o plano de Infantino de abrir competições da Fifa a investidores privados. O texto detalha o cenário de apoios e críticas ao dirigente antes da eleição marcada para março.
O artigo divulga a quarta edição da COB Expo 2026, organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil em São Paulo, com data prevista de 30 de setembro a 4 de outubro. O evento reunirá 48 confederações esportivas, arenas, mais de 50 cursos certificados pelo COB, presença de ex-atletas olímpicos e uma etapa profissional de squash integrada ao circuito internacional.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou a distribuição de parte das reservas da entidade às confederações continentais, atendendo a sugestão de Uefa, Concacaf e AFC. A decisão busca apaziguar tensões políticas ligadas à possível reeleição de Infantino e surge como alternativa ao plano de venda de 20% das ações da subsidiária da Fifa. O Conselho da entidade avaliará os detalhes da proposta em reunião marcada para 15 de outubro.
Gianni Infantino confirmou sua candidatura à reeleição para a presidência da Fifa no ano que vem, buscando estender seu mandato para o período de 2027 a 2031. O atual presidente já conta com o apoio declarado de três das seis confederações continentais: AFC (Ásia), CAF (África) e Conmebol (América do Sul), que juntas somam mais da metade dos votos necessários para a eleição.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) lançou o programa "Mira Gestoras" para aumentar a representatividade feminina em cargos de liderança em confederações e entidades esportivas. A iniciativa, inspirada na NFL, visa capacitar mulheres para assumirem posições de destaque, refletindo os objetivos de equidade e inclusão no esporte nacional.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) celebrou seu primeiro ano sob a gestão de Marco La Porta e Yane Marques, destacando a consolidação da "Nação Esportiva" e um orçamento recorde. A gestão também enfatizou a aproximação com entes públicos e a destinação de recursos para as confederações, visando o desenvolvimento dos atletas brasileiros.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) aprovou seu orçamento para 2026, que prevê um repasse recorde de R$ 285 milhões às confederações provenientes de loterias. A entidade planeja investir um total de R$ 678,6 milhões, visando o aprimoramento do esporte brasileiro e o alcance de melhores resultados.