A matéria analisa as declarações de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em uma entrevista, destacando sua afirmação sobre não desejar a maternidade e sua preferência por clubes-empresas. A colunista Alicia Klein elogia a franqueza de Leila e a vê como uma referência para mulheres que não se encaixam em expectativas tradicionais.
Atletas de destaque do Ironman Florianópolis foram homenageadas pelo projeto Antonietas, da NSC TV. A campeã argentina Romina Biagioli e a vice-campeã brasileira Pâmella Oliveira receberam o troféu e uma honraria especial. O projeto busca inspirar mulheres através de histórias de superação e impacto social, em referência a Antonieta de Barros, pioneira na política catarinense e brasileira.
Saul Klein, herdeiro das Casas Bahia, tornou-se réu por exploração sexual de mulheres, com a Justiça de São Paulo aceitando parcialmente a denúncia do Ministério Público. As acusações incluem favorecimento à prostituição, aliciamento e organização criminosa, enquanto denúncias de estupro foram arquivadas pela falta de provas. A defesa de Klein argumenta que as relações eram consensuais sob o modelo "sugar daddy", tese que será analisada no decorrer do processo.
O artigo analisa a participação do ator Juliano Cazarré em um programa da Globonews, onde ele promoveu um curso sobre masculinidade e virilidade. A autora critica a forma como Cazarré, segundo ela, utilizou técnicas de suas artes cênicas para disseminar ideias violentas disfarçadas de trivialidades, apresentando uma visão simplista de homens bons e maus e ignorando a dimensão estrutural do machismo. A análise destaca a periculosidade do 'machismo de voz mansa' em contraste com discursos mais explícitos.
O Comercial-SP busca atrair mais torcedores para seus jogos, especialmente na Copa Paulista, com projetos de ingressos gratuitos para mulheres, atrações infantis e possível alteração dos horários das partidas para sextas-feiras à noite. O clube também planeja transformar o Estádio Palma Travasso em um ambiente familiar, com eventos que vão além do futebol.
O artigo discute a trágica e evitável morte da jovem juíza Mariana Francisco Ferreira, ocorrida após um procedimento cirúrgico para congelamento de óvulos. A colunista Milly Lacombe utiliza o caso para abordar questões sociais e de gênero, como a pressão sobre as mulheres para serem mães, a falta de compartilhamento de responsabilidades na criação de filhos e as exigências impostas à carreira feminina.
O artigo discute as complexas razões pelas quais algumas mulheres permanecem em relacionamentos violentos, abordando o contexto social, o medo, a esperança de mudança e a dependência financeira. A autora critica o sistema patriarcal e a forma como a sociedade e a justiça lidam com denúncias de violência contra a mulher.
A colunista Milly Lacombe analisa a pregação da pastora Helena Raquel que incentivou mulheres a denunciarem abusadores e pedófilos. A autora destaca a coragem da pastora, mas ressalta os riscos de incentivar denúncias sem a devida rede de proteção estatal e eclesiástica.
O artigo analisa um incidente de agressão física, um tapa na cara, ocorrido entre Neymar Jr. e Robinho Jr. durante um treino do Santos. A autora Milly Lacombe critica a superficialidade e a falta de profundidade nas análises jornalísticas sobre o ocorrido, contrastando com a pouca atenção dada a casos mais graves de violência cometidos por jogadores de futebol, e discute as rituais de masculinidade que perpetuam a violência contra mulheres.
Fabio Capello, ex-técnico do Real Madrid, descreveu Ronaldo Fenômeno como um 'líder negativo', alegando que o jogador não treinava adequadamente e não motivava os colegas. Capello também mencionou que o comportamento de Ronaldo, incluindo sua vida social e peso, influenciou sua saída do clube espanhol e sua posterior transferência para o Milan.
A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.
O artigo analisa criticamente os cursos ministrados por Juliano Cazarré, argumentando que eles reforçam conceitos de poder, controle e dominação masculina. A autora Milly Lacombe defende que esses cursos promovem uma visão patriarcal e colonial de gênero, incentivando a rejeição do feminino e a manutenção de hierarquias sociais prejudiciais.
A colunista Milly Lacombe discute o Dia Internacional do Trabalho, ressaltando suas origens históricas e a importância do movimento feminista em sua concepção. Ela critica a forma como os movimentos trabalhistas posteriores negligenciaram a pauta do trabalho doméstico, argumentando que a reforma das regras trabalhistas sem o desmantelamento do patriarcado é insuficiente para alcançar a verdadeira igualdade.
A seleção feminina do Afeganistão recebeu autorização da Fifa para competir oficialmente em torneios, encerrando um período em que atuavam como seleção de refugiadas. A decisão, celebrada pelas jogadoras e ex-capitãs, representa um marco histórico na luta por direitos e reconhecimento para as mulheres afegãs no esporte, superando obstáculos impostos pelo Talibã.
O artigo critica a indicação de Jorge Messias ao STF, destacando sua posição contrária ao aborto e como isso demonstra sua inadequação para a corte. A autora argumenta que o debate sobre aborto é complexo e não deve ser reduzido a posições extremistas ou a declarações feitas em sabatinas.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
O artigo discute como o poder, especialmente em estruturas masculinistas, se articula através de festas e encontros privados, muitas vezes envolvendo atividades sexuais e uso de substâncias. A autora Milly Lacombe expõe que esses métodos são utilizados para determinar promoções, negócios e parcerias, excluindo mulheres de decisões importantes e reforçando o patriarcado.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.