A lenda do skate Bob Burnquist concedeu entrevista exclusiva à CNN Brasil e elogiou a inclusão do esporte nas Olimpíadas, iniciada em Tóquio 2020. Segundo ele, o ciclo olímpico trouxe crescimento em pistas, indústria, investimentos e nível técnico, citando exemplos do Japão e da China. Bob também destacou que o skate pode se tornar um estilo de vida e ressaltou a resiliência de skatistas em Gaza.
O carnavalesco Milton Cunha relata ao UOL como a história revolucionária do Vasco da Gama o ajudou a superar a homofobia que o afastou do futebol na infância e juventude. Nascido na Ilha de Marajó, ele conta que descobriu o caráter democrático do clube através do avô e de pesquisas universitárias, o que o levou a se tornar torcedor vascaíno. A reportagem é publicada às vésperas do jogo contra o Boca Juniors, pela semifinal da Sul-Americana.
O artigo critica a falta de representatividade de mulheres e negros nas transmissões da Copa do Mundo de 2026, especialmente nos momentos decisivos. A autora aponta que, apesar de haver alguma diversidade no início, os espaços de maior destaque são ocupados predominantemente por homens brancos, evidenciando a concentração de poder.
O artigo analisa a participação de atletas nos Jogos Olímpicos de Inverno, destacando não apenas a inédita medalha do Brasil com Lucas Pinheiro, mas também o ativismo em defesa de direitos humanos. Atletas como Nikolai Schirmer, Annika Malacinski, Amber Glenn e Stevenson Savart usaram suas plataformas para abordar questões como a crise climática, igualdade de gênero, diversidade LGBTQI+ e representatividade, demonstrando que o esporte pode ser um espaço para discutir temas sociais relevantes.
Laila Edwards se tornou a primeira mulher negra a representar os Estados Unidos no hóquei em Jogos Olímpicos, em Milão-Cortina 2026. A jogadora celebrou a importância da representatividade e inspirar novas gerações. Sua família, com apoio de astros da NFL, esteve presente para apoiá-la.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
Maphysa Marques, jovem técnica negra de futsal do Ceará, inspira novas gerações com sua trajetória de superação e conquistas. Aos 28 anos, ela comanda as categorias de iniciação do clube, superando desafios de gênero e racismo para se tornar um exemplo de representatividade e resiliência no esporte.
O Fortaleza lançou uma campanha no Dia da Consciência Negra utilizando inteligência artificial para evidenciar as limitações da tecnologia em representar pessoas negras. A iniciativa buscou destacar como algoritmos ainda refletem vieses históricos e sociais, excluindo grupos minoritários.
Por David Abramvezt e Denise Thomaz Bastos em 2025-11-20
O nadador negro Lúcio Flávio, de 18 anos, tem se destacado na natação brasileira, conquistando títulos importantes e levantando um debate sobre a representatividade da comunidade negra na modalidade. Ele aponta a falta de acesso a piscinas públicas como um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de novos talentos negros no esporte.
O jogador Willian, do Grêmio, conheceu Maria Vitória, uma menina de dois anos que se identificou com o seu cabelo black power. O encontro, promovido para marcar o Dia da Consciência Negra, ressalta a importância da representatividade para crianças negras. Willian destacou a responsabilidade de figuras públicas em passar mensagens positivas e combater o racismo.