O Brasil conquistou sua primeira medalha nos Jogos Olímpicos da Juventude de Dakar 2026, com o bronze de Ana Júlia Amaral nos 100m borboleta. A nadadora de 17 anos, do Minas Tênis Clube, terminou atrás apenas da russa Serafima Fokina (ouro) e da romena Daria-Mariuca Silisteanu (prata). Esta é a sétima medalha da natação brasileira na história do evento e a primeira de uma mulher do país em pódio individual da natação em Jogos Olímpicos da Juventude.
O artigo detalha o processo de classificação para a natação nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, explicando índices olímpicos, distribuição de vagas, provas estreantes e critérios de universalidade estabelecidos pela World Aquatics. Também aborda o histórico brasileiro na modalidade, com 15 medalhas olímpicas desde Helsinque 1952, e informa que o SoFi Stadium será a sede das disputas, entre 22 e 30 de julho de 2028.
Emanuel, diretor-geral do COB e campeão olímpico de vôlei de praia, afirmou que a estratégia brasileira para os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles não será concentrar esforços em esportes individuais. O dirigente destacou que a característica do Brasil é conquistar medalhas em diversas modalidades. Ele ressaltou que países líderes no quadro de medalhas investem em esportes com mais oportunidades de pódio, como natação e atletismo.
Nadador centenário Anton Karl Biedermann, de 102 anos, impressiona ao competir no Master Games Brasil no Rio de Janeiro, nas provas de 50 e 100 metros costas. Detentor de 3 recordes mundiais, 53 brasileiros e 48 sul-americanos, ele precisou nadar na categoria 70+ por não ter adversários de idade próxima. O atleta atribui sua longevidade e saúde à prática diária de exercícios e ao hábito de sempre manter objetivos na vida.
O artigo narra a trajetória de Valmor Machado, catarinense de 61 anos que superou o vício em drogas e encontrou no esporte um caminho de reconstrução de vida. Depois de se destacar como corredor e ultramaratonista, aprendeu a nadar por volta dos 40 anos para praticar triatlo, modalidade em que já disputou 10 Ironmans e seis Mundiais amadores. Ao ficar em sexto lugar na seletiva nacional em Brasília, ele garantiu vaga para o Mundial amador de 2027, em Hamburgo, na Alemanha, sua sétima participação.
O Time Brasil encerrou os Jogos Sul-Americanos de 2026, realizados em Santa Fé (Argentina), na liderança isolada do quadro de medalhas com 312 conquistas, sendo 122 de ouro. O resultado garantiu 77 vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, e reforça a base de preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Dirigentes do COB destacaram a consistência da delegação, a detecção de talentos e a estratégia de mesclar atletas experientes e jovens.
O Time Brasil terminou os Jogos Sul-Americanos de 2026, sediados em Santa Fé, na Argentina, na liderança isolada do quadro de medalhas, com 312 medalhas conquistadas. A campanha incluiu destaques individuais, dominâncias no judô, natação e atletismo, além de reflexões positivas de dirigentes do COB sobre o futuro rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
O Brasil terminou em primeiro lugar no quadro geral de medalhas dos Jogos Sul-Americanos, na Argentina, com 122 ouros, 107 pratas e 83 bronzes, cumprindo o papel de dominar a competição continental. O texto avalia o desempenho por modalidade, destacando atletismo, natação, judô e boxe, além da conquista de vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2027. Também aponta lacunas em esportes como tênis de mesa, esgrima, pentatlo e nado artístico.
O nadador brasileiro Stephan Steverink, de 22 anos, foi o maior medalhista dos Jogos Sul-Americanos de Santa Fe, com quatro ouros, uma prata e um bronze, e concedeu entrevista exclusiva à ESPN. Ele revelou que a chave do sucesso foi focar na recuperação entre as provas longas e contou como superou a frustração de ficar fora da seletiva olímpica de 2024. O atleta também falou sobre a rivalidade saudável com Guilherme Costa e sobre sua nova etapa na University of Kentucky, nos Estados Unidos.
O Brasil encerrou os Jogos Sul-Americanos Santa Fé 2026 na liderança do quadro de medalhas, com 312 conquistas, sendo 122 de ouro. Ao todo, 77 atletas garantiram vagas para o Pan-Americano de Lima 2027, elevando para 255 o total de classificações brasileiras. O Time Brasil subiu ao pódio em cerca de 90% das 52 modalidades disputadas e agora mira Lima 2027 e Los Angeles 2028.
O nadador Gabriel Machuco, de 19 anos, conquistou o ouro nos 200 metros medley com recorde dos Jogos Sul-Americanos de 2026, em Santa Fé, na Argentina, enquanto a veterana Etiene Medeiros venceu os 50 metros costas também com novo recorde. A reportagem destaca a troca de experiências entre gerações na Seleção Brasileira e o papel do torneio como plataforma de transição rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. O texto ainda detalha o crescimento dos investimentos públicos no esporte olímpico brasileiro, com programas como o Bolsa Atleta e o apoio do CBC aos clubes formadores.
Aos 46 anos, o nadador brasileiro Nicholas Santos conquistou a medalha de bronze nos 50m borboleta no Mare Nostrum Barcelona. Esta competição marca seu retorno ao alto rendimento após três anos afastado, com a conquista reforçando sua longevidade e desempenho na natação.
O Troféu Maria Lenk de 2026 demonstrou avanços pontuais na natação brasileira, apesar de um histórico recente de resultados abaixo do esperado em competições internacionais. Atletas como Guilherme Caribé e Mafê Costa apresentaram performances notáveis, alcançando rankings mundiais e índices para o Pan-Pacífico, indicando uma luz de esperança para o futuro do esporte no país.
Uma prova de natação do Troféu Maria Lenk, na categoria 50 metros borboleta masculino, foi interrompida devido a uma falha no sistema de cronometragem. Os atletas precisaram sair da piscina e aguardar a remarcação da série afetada, impactando o andamento da competição e a classificação para as finais.
Guilherme Caribé conquistou a medalha de ouro nos 50m livre no Troféu Maria Lenk, com o tempo de 21s75, garantindo índice para o Pan-Pacífico. Ele também obteve o índice para o torneio nos 100m livre. Outros atletas como Maria Luiza Pessanha, Léo de Deus, Agatha Amaral, Hugo Gonzalez, Candance Elizabeth e Etiene Medeiros também tiveram destaque em suas respectivas provas.
Cuiabá sediará a etapa mato-grossense do Meeting Paralímpico, reunindo 154 atletas com deficiência física, intelectual e visual em provas de atletismo e natação. O evento, organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, serve como seletiva para competições nacionais e fortalece o paradesporto no país.
Etiene Medeiros conquistou a medalha de ouro nos 50m costas no Troféu Maria Lenk, marcando seu retorno às piscinas após três anos afastada e focando nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. Guilherme Costa também obteve ouro nos 800m livre e índice para o Pan-Pacífico.
A equipe de natação da Unisanta/Fupes conquistou quatro medalhas (um ouro, duas pratas e um bronze) no Troféu Maria Lenk. Guilherme Caribé venceu os 100m livre, garantindo índice para o Pan-Pacífico, e Stephanie Balduccini e Gabrielle Roncatto também subiram ao pódio.
Mafê Costa brilhou no Troféu Maria Lenk, conquistando os 200m e 400m livre com recordes e garantindo índice para o Pan-Pacífico Absoluto. A nadadora, que agora treina na Austrália, demonstrou grande forma e consolidou seu planejamento para o ciclo olímpico. A equipe santista também obteve bons resultados em outras provas e revezamentos.
O segundo dia do Troféu Maria Lenk 2026 definiu três nadadores brasileiros classificados para o Campeonato Pan-Pacífico e Pan-Pacífico Júnior. As provas no Rio de Janeiro confirmaram Maria Fernanda Costa nos 200m livre, Stephan Steverink e Murilo Sartori nos 200m livre masculino, e Davi Vallim nos 100m costas júnior. Breno Correia, apesar de ter índice nas eliminatórias, ficou fora das vagas da final.