Emanuel, campeão olímpico e diretor-geral do Comitê Olímpico do Brasil, afirmou em entrevista ao CNN Esportes S/A que o objetivo do Brasil nos Jogos de Los Angeles 2028 é ampliar o número de medalhas de ouro, usando como referência os desempenhos do Rio 2016 e Tóquio 2020. O dirigente estimou entre 17 e 18 pódios para a delegação brasileira, que conta com cerca de 60 atletas monitorados pelo COB.
Emanuel, campeão olímpico e diretor-geral do COB, explica a disparidade de resultados entre as seleções brasileiras feminina e masculina de vôlei. Ele caracteriza o momento da equipe masculina, comandada por Bernardinho, como uma transição natural de renovação, enquanto elogia o trabalho de José Roberto Guimarães no feminino. O treinador deve deixar o cargo após os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.
Emanuel, diretor-geral do COB e campeão olímpico de vôlei de praia, afirmou que a estratégia brasileira para os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles não será concentrar esforços em esportes individuais. O dirigente destacou que a característica do Brasil é conquistar medalhas em diversas modalidades. Ele ressaltou que países líderes no quadro de medalhas investem em esportes com mais oportunidades de pódio, como natação e atletismo.
O diretor-geral do Comitê Olímpico do Brasil, Emanuel, afirmou que o COB monitora cerca de 60 atletas com potencial de medalha para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Entre os nomes destacados estão Alison dos Santos (atletismo) e Hugo Calderano (tênis de mesa). O dirigente estabeleceu como meta alcançar entre 17 e 18 medalhas em 2028.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) tem ampliado seu diálogo com autoridades públicas em Brasília para fortalecer sua imagem institucional. A estratégia foi detalhada por Emanuel, campeão olímpico e diretor-geral do COB, em entrevista ao programa CNN Esportes S/A. O dirigente destacou audiências públicas, encontros com governadores e senadores e o trabalho de credibilidade e transparência do comitê.
Emanuel, campeão olímpico do vôlei de praia e atual diretor-geral do COB, avaliou em entrevista o impacto da proibição das bets no orçamento do Comitê Olímpico do Brasil. Ele reconheceu que a medida cria dificuldades financeiras para as entidades esportivas e defendeu o diálogo com o poder público para buscar alternativas. O dirigente também comentou as perspectivas do Brasil para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 e o cenário do vôlei masculino e feminino.