O jogador australiano Josh Cavallo, que se declarou homossexual, acusou seu ex-clube, o Adelaide United, de homofobia. Segundo Cavallo, decisões internas foram tomadas com base em sua orientação sexual, o que o afastou dos jogos. O clube negou as acusações, afirmando que todas as decisões de escalação são baseadas em critérios esportivos e destacando seu compromisso com a inclusão.
O artigo investiga a homofobia no futebol brasileiro, destacando que 70% dos times da Série A não utilizam a camisa de número 24, associada ao animal 'veado' no jogo do bicho. A matéria relata casos de polêmicas e ações judiciais, além da recente declaração homofóbica do técnico Abel Braga, que gerou repercussão negativa e promessa de acionamento do STJD.
Grupos LGBT+ denunciaram o técnico Abel Braga e o Internacional ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após uma declaração homofóbica do treinador. Os movimentos buscam punições severas para combater discursos discriminatórios no futebol, argumentando que um simples pedido de desculpas não resolve o problema e que o esporte ainda é um ambiente propício a esse tipo de opinião.
O artigo critica a CBF e o Internacional pela passividade diante de declarações misóginas e homofóbicas do técnico Abel Braga, argumentando que essa inércia contribui para a perpetuação da violência contra mulheres. A autora destaca a falta de ação por parte das entidades após um incidente similar com Ramon Díaz, ressaltando a hipocrisia na defesa de outros homens em casos de xenofobia.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.
A colunista Alicia Klein critica duramente o técnico Abel Braga por comentários homofóbicos e misóginos em sua apresentação no Internacional. Klein argumenta que o futebol precisa de um ambiente mais inclusivo, com menos preconceitos como os demonstrados por Braga, e que a homofobia recreativa prejudica o esporte e a sociedade.
Vitor Roque, atacante do Palmeiras, publicou um comunicado contra a homofobia após acordo com o STJD para evitar suspensão. A publicação, parte de um acordo, visa combater a discriminação e o preconceito no esporte e na sociedade.
A colunista Milly Lacombe critica a leniência da justiça desportiva em casos de Bruno Henrique e Vitor Roque, questionando a eficácia de punições como multas e posts em redes sociais diante de atitudes consideradas graves. Ela levanta a questão sobre o papel do STJD em combater a manipulação de jogos e preconceitos no esporte.
O Palmeiras conseguiu livrar o jogador Vitor Roque de um julgamento no STJD. Através de um acordo, o clube pagará uma multa de R$ 80 mil e o atleta fará uma publicação contra homofobia no Instagram. Essa transação disciplinar evita uma possível suspensão nas rodadas finais do Brasileirão.
O Palmeiras chegou a um acordo com o STJD para evitar a suspensão do atacante Vitor Roque, que postou conteúdo homofóbico nas redes sociais. Em vez de suspensão, o jogador pagará uma multa e deverá publicar mensagem de apoio ao combate à homofobia.
O Palmeiras solicitou uma transação disciplinar ao STJD para evitar que o atacante Vitor Roque seja suspenso do Brasileirão. O jogador foi denunciado por um post considerado homofóbico após a vitória contra o São Paulo, e o clube busca um acordo para substituir a suspensão por outra punição, como multa. Roque se defende, alegando que foi uma brincadeira sem maldade e expressa esperança de não ser punido.
A jornalista Milly Lacombe criticou a postura de Vitor Roque em uma entrevista sobre uma acusação de homofobia, avaliando que o jogador demonstra total despreparo e desconhecimento da gravidade do caso. A comentarista enfatizou que minimizações e comparações com 'brincadeiras' agravam o preconceito, e que o jogador ainda não iniciou seu processo educativo sobre o tema.
O artigo analisa a declaração do jogador Vitor Roque sobre sua publicação homofóbica, onde ele a classificou como "brincadeira" e negou intenção maliciosa. Especialistas como Lucas Musetti e Luiza Oliveira criticam a falta de compreensão do atleta sobre a gravidade do ato e a necessidade de medidas educativas para combater o preconceito no esporte.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do jogador Vitor Roque em entrevista sobre postagem misógina e homofóbica. Segundo ela, o atleta falhou em se desculpar de forma madura, minimizando o ato com a justificativa de "foi só uma brincadeira", o que a colunista interpreta como falta de aprendizado sobre o tema e um reforço para quem defende punição.
O atacante Vitor Roque, convocado para a Seleção Brasileira, defendeu-se de acusações de homofobia em uma postagem feita após o clássico entre Palmeiras e São Paulo. O jogador afirmou que a intenção foi apenas uma brincadeira sem maldade e que não vê motivos para suspensão, enquanto os advogados do Palmeiras atuam no caso. Ele será julgado pelo STJD.
O atacante Vitor Roque, do Palmeiras, negou que uma postagem sua após um clássico contra o São Paulo tenha sido homofóbica. Ele afirmou que a publicação foi apenas uma brincadeira e pediu desculpas se alguém se sentiu ofendido. Roque será julgado pelo STJD e pode ser suspenso de até 10 jogos.