O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
O colunista aborda a acusação de Richarlison contra Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz de terem tomado uma propriedade do jogador. O texto critica o silêncio dos colegas de futebol, comparando com o comportamento dos atletas nos casos Robinho e Daniel Alves. A coluna defende que o abandono de Richarlison tem consequências na luta contra milicianos.
O artigo, em tom poético e melancólico, descreve um grupo de homens em uma noite fria, revivendo memórias de lances de futebol de forma fragmentada e silenciosa. A narrativa explora a relação íntima e pessoal dos indivíduos com o esporte, mesmo em um contexto de isolamento e poucas palavras.
A seleção feminina do Irã permaneceu em silêncio durante a execução do hino nacional antes de uma partida da Copa da Ásia contra a Coreia do Sul. O gesto foi amplamente interpretado como um protesto, especialmente após recentes ataques ao país. A Confederação Asiática de Futebol declarou que está monitorando a situação.
Neymar, jogador do Santos, provocou a torcida do Vasco com um gesto de silêncio e uma comemoração inspirada em Vini Jr após marcar um gol. A ação foi uma resposta a provocações anteriores sobre a goleada sofrida pelo Santos contra o Vasco em 2025. O gol também colocou Neymar entre os dez maiores artilheiros da história do Santos.
Rita de Cássia Adriana Prado, peça-chave em investigações que envolvem o São Paulo, optou por permanecer em silêncio perante a Polícia Civil. Havia expectativa de que ela trouxesse informações cruciais sobre a relação com dirigentes do clube e exploração de espaços irregulares, mas seu silêncio frustrou as apurações iniciais.
Rita de Cássia Adriana Prado, investigada no caso de exploração ilegal de camarotes no Morumbis, optou pelo silêncio em depoimento alegando problemas médicos e chegou a desmaiar na delegacia. A investigação apura irregularidades cometidas por diretores do São Paulo durante a gestão do ex-presidente Julio Casares, com suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção.
A principal investigada na exploração ilegal de camarotes no Morumbis, Rita de Cássia Adriana Prado, optou pelo silêncio ao depor na delegacia e desmaiou ao sair. A investigação abrange lavagem de dinheiro e corrupção no clube social, alcançando a gestão do ex-presidente Julio Casares. Outros envolvidos e testemunhas serão ouvidos, e o São Paulo aguarda informações sobre o prejuízo financeiro.
Rita de Cássia, investigada em um esquema ilegal de venda de ingressos para shows em um camarote no Morumbis, compareceu à delegacia para prestar depoimento. Ela optou por permanecer em silêncio sob alegação de problemas de saúde e desmaiou ao sair. Paralelamente, o caso envolve áudios que revelam a comercialização ilegal de ingressos e a participação de outros diretores do São Paulo.
A colunista Alicia Klein critica o silêncio de figuras brancas diante do racismo sofrido por Vini Jr. O artigo argumenta que a reação do jogador negro ao ser vítima de ofensas racistas é vista como 'vitimismo' pela sociedade, enquanto figuras privilegiadas optam pelo conforto do silêncio. Klein destaca o contraste entre Vini Jr. e Virginia Fonseca, que ignora o racismo para manter sua agenda de conteúdo.
O artigo de Walter Casagrande Jr. aborda a perseguição racista sofrida pelo jogador Vinícius Júnior na Liga dos Campeões. O autor critica o silêncio de jogadores brasileiros e da imprensa esportiva diante dos ataques racistas, contrastando com o apoio de ex-jogadores estrangeiros. A coluna clama por um basta na impunidade dos racistas no futebol.
Cristiano Ronaldo não participou da vitória do Al Nassr sobre o Al-Riyadh no Campeonato Saudita, supostamente por insatisfação com a falta de investimento no clube. O técnico Jorge Jesus também não compareceu à entrevista pós-jogo, gerando silêncio em relação à ausência do craque português.
O lateral-esquerdo Fabrizio Angileri se mostra frustrado com o silêncio do Corinthians em relação à renovação de seu contrato. Apesar de priorizar a permanência, o jogador considera que a proposta financeira apresentada pelo clube ficou abaixo do esperado e que a falta de avanço nas negociações demonstra pouco desejo do Timão em mantê-lo, o que o leva a considerar outras propostas, como a do Internacional.
Xabi Alonso se despediu do Real Madrid em postagem nas redes sociais, admitindo que sua passagem pelo clube não saiu como o esperado. Entre os jogadores brasileiros, apenas Rodrygo se manifestou publicamente, enquanto Vinicius Jr. e Éder Militão optaram pelo silêncio.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.
Harry Kane abordou publicamente pela primeira vez as especulações sobre uma possível transferência do Bayern de Munique para o Barcelona. O atacante inglês declarou estar feliz na Alemanha e não ter recebido contato do clube espanhol, afastando a possibilidade de mudança após o fim da temporada atual.
Hulk, atacante do Atlético-MG, desabafou em suas redes sociais após a derrota do time na final da Copa Sul-Americana. Ele lamentou que o esforço e a dedicação em campo sejam ofuscados pelo resultado final, especialmente após a perda de um pênalti.
O jogador Vini Jr. tem tido sua vida pessoal mais exposta devido ao seu relacionamento com Virgínia Fonseca, porém, na seleção brasileira, o atacante tem se mantido em silêncio, evitando entrevistas e contato com a imprensa.