O Corinthians amarga o 18º lugar com 33 pontos e 66% de risco de rebaixamento, somando apenas um ponto nos últimos 30 disputados, e encara o Mirassol na sexta-feira com ausências de Memphis Depay e Lingard sob o comando de Seedorf. A crônica contrasta a esperança da arrancada do Fluminense em 2009 e a força das Brabas na Libertadores Feminina com os bastidores turbulentos, incluindo o caso Bear Security e uma condenação judicial. Fecha com a nota histórica de Casagrande ligando a Democracia Corinthiana de 1982 à reeleição de Lula.
Walter Casagrande compara a reeleição de Lula em 2026 à Democracia Corinthiana de 1982, quando o Corinthians conquistou o título paulista enquanto enfrentava a ditadura militar. O colunista relembra o elenco campeão, as provocações ao regime nas camisas e o papel dos torcedores na redemocratização do país. Ele celebra a vitória eleitoral sobre Flávio Bolsonaro como um novo triunfo da democracia.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
Coluna de opinião de Juca Kfouri que explora a história do patrocínio privado nas cabines de votação no Brasil entre o fim dos anos 1980 e 1998, com destaque para a marca Antarctica. O autor traça um paralelo entre essa prática e o nascimento do marketing esportivo brasileiro, citando a publicidade nas camisas de clubes e a Democracia Corinthiana. O texto reflete sobre como as marcas podem se conectar às narrativas coletivas na era atual, marcada pela IA e pelas mudanças geopolíticas.
O colunista Walter Casagrande compara a campanha 'Dia 15, vote!' da Democracia Corinthiana nas eleições de 1982, ainda sob a ditadura militar, com a eleição presidencial de 4 de outubro de 2026. Ele relata sua participação pessoal nas manifestações pela redemocratização e faz um apelo ao voto, argumentando que hoje é preciso evitar uma nova ditadura. O texto também critica a qualidade dos debates políticos atuais, marcados por ofensas, mentiras e fake news nas redes sociais.
Walter Casagrande resgata a trajetória de Teotônio Vilela, político alagoano que defendeu a democracia durante a ditadura militar, e o contrasta com a pobreza política e de propostas dos candidatos atuais às vésperas das eleições. O texto destaca a música 'O Menestrel das Alagoas', de Milton Nascimento e Fernando Brant, e a ligação do autor com a Democracia Corinthiana de 1982. Casagrande conclui reafirmando sua defesa incondicional da democracia brasileira.
Um museu em Atlanta, dedicado aos direitos civis e humanos, exibe uma seção sobre a Democracia Corinthiana, destacando o legado do movimento liderado por Sócrates, Casagrande e Wladimir. O colunista Juca Kfouri ressalta a repercussão internacional da iniciativa, enfatizando a necessidade de o futebol evoluir para além das quatro linhas.
Um evento chamado REDemocracia Corinthiana será lançado amanhã, dia 25 de março, na PUC-SP. O objetivo é resgatar a força do corintianismo, devolvendo o clube à torcida, que está insatisfeita com a gestão atual e a dívida financeira. A iniciativa busca inspirar-se na histórica Democracia Corinthiana e unir corintianos para o bem do clube.
A crônica do Corinthians aborda a memória da Democracia Corinthiana, o desafio de manter o tabu contra o Coritiba em Itaquera, e as negociações envolvendo o jogador André. A matéria também destaca o lançamento do Censo do Timão, a estreia do reforço Zakaria Labyad e a ausência de Lingard por questões documentais.
O artigo informa sobre a estreia do ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. no teatro com o monólogo "Na Marca do Pênalti", que aborda sua vida, incluindo futebol, vício e superação. A peça será apresentada no Festival de Curitiba e tem como foco a espontaneidade e a identificação do público com suas experiências.