O Corinthians anunciou um acordo de patrocínio máster com a Jota.ai, empresa de inteligência artificial, válido para o jogo contra o Internacional, como reação às restrições às casas de apostas (bets) no Brasil. O clube também informou que mantém diálogo com a Esportes da Sorte, antiga patrocinadora máster, enquanto aguarda definições regulatórias do setor. A partida vale pelo Brasileirão e ocorre no Beira-Rio, em Porto Alegre.
O atacante Erling Haaland, do Manchester City, abriu um processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle pelo uso não autorizado de sua imagem durante a Copa do Mundo. A empresa afirma que a publicação nas redes sociais, que adicionava um rabo de cavalo à cauda de uma aeronave em referência ao penteado do jogador, tinha caráter espontâneo e bem-humorado. O texto também apresenta a visão de advogados e especialistas em marketing esportivo sobre os limites legais do uso da imagem de atletas.
A final do Brasileirão Feminino entre São Paulo e Corinthians, no Morumbis, reunirá diversas marcas como Hyundai, Uber, Amazon, Coca-Cola e Itambé em ativações comerciais para torcedores. O artigo destaca o crescimento do mercado de patrocínio do futebol feminino, com contratos que abrangem cerca de 240 partidas por ano e mais de R$ 321 milhões em valor de mídia. Executivos da FSports e da Heatmap avaliam que a modalidade alcançou um novo patamar de maturidade comercial no Brasil.
Erling Haaland abriu processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle pelo uso não autorizado de sua imagem em uma publicidade veiculada durante a Copa do Mundo. A empresa alega que a publicação foi um apoio espontâneo e bem-humorado à seleção norueguesa, mas o caso segue para a justiça, com audiência marcada para 9 de outubro em Oslo. Advogados e especialistas em marketing esportivo comentam os limites entre homenagem espontânea e exploração comercial da imagem de um atleta.
Reportagem analisa o cenário do patrocínio máster no futebol brasileiro caso a MP do veto às bets seja aprovada pelo Congresso. Especialistas em marketing esportivo afirmam que nenhum setor do mercado é capaz de igualar os valores injetados pelas casas de apostas, que responderam por um terço do investimento nos clubes da Série A. Setores como financeiro, automotivo, varejo e tecnologia são apontados como possíveis substitutos, mas com aportes significativamente inferiores.
Reforço do Vasco, o meia argentino Alan Lescano chama atenção por usar chuteiras pretas 'à moda antiga', resgatando um estilo que dominou o futebol até os anos 1990. A reportagem traça um histórico do marketing envolvendo calçados no futebol, do pacto Adidas-Puma com Pelé na Copa de 1970 à revolução das chuteiras coloridas promovida pela Nike. Casos como os de Romário, Fred e Vini Jr. ilustram as raras resistências ao estilo moderno, por razões estéticas ou comerciais.