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Análise dos Times

Motivo: Citado apenas como clube do jogador, sem qualquer avaliação esportiva ou tom editorial favorável ou contrário.

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Motivo: Mencionada somente como seleção do atleta; o texto não avalia desempenho nem toma posição em relação à equipe.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Manchester City Erling Haaland Copa do Mundo Oslo Norwegian Air Shuttle Thomas Hagen Seleção Norueguesa Catharina Solli Pedro Lopes Alexandre Vasconcellos Flashscore

Conteúdo Original

Erling Haaland, abriu um processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle. O craque da seleção norueguesa e do Manchester City reclama da utilização não autorizada dos seus direitos de imagem. Em resposta divulgada nesta quinta-feira, a empresa aérea declarou-se surpreendida pela queixa e classificou o processo como lamentável. De acordo com o advogado do atleta, Thomas Hagen, o motivo do litígio reside no aproveitamento ilegal de traços marcantes da identidade do atacante para impulsionar a venda de bilhetes de avião durante o último Mundial de futebol. A porta-voz da Norwegian Air Shuttle, Catharina Solli, defendeu as publicações ao afirmar que se tratou de um apoio espontâneo e bem-humorado à equipa nacional, seguindo as tendências digitais do momento. A empresa lamentou que a iniciativa tenha terminado nos tribunais, mas manifestou o desejo de dialogar para resolver o impasse de forma amigável. O primeiro confronto em tribunal está agendado para o dia 9 de outubro no Tribunal Distrital de Oslo. Pedro Lopes, advogado que é sócio-fundador do PPLlaw, escritório jurídico, e também da Chenus Holdings, empresa de investimento no esporte, comenta sobre o caso do Haaland à luz da legislação brasileira. "Como atributo da personalidade, a imagem de uma pessoa não pode ser explorada comercialmente sem a sua autorização. No caso concreto, embora não tenha usado uma foto de Haaland, a companhia aérea pode ser responsabilizada, porque a montagem tinha o claro objetivo de vincular a sua marca à identidade do atleta; finalidade essa que fica ainda mais evidente pelo fato de a publicação ter ocorrido durante a Copa do Mundo". Para especialistas em gestão e marketing esportivo, a força comercial de um atleta de elite transcende o seu nome e fisionomia, e debate sobre os limites entre a homenagem espontânea e o aproveitamento econômico não autorizado. "A questão para mim é bastante objetiva: se é uma campanha que de alguma forma termina em uma abordagem promocional ou de venda, a imagem do atleta precisa de autorização dele. Não cabe dizer que é uma mera homenagem quando se quer fazer dinheiro com o uso da imagem. Haaland me parece uma figura bastante simpática e aberta a cooperações, então me parece que faltou sensibilidade e até cuidado técnico da companhia aérea", pontua Alexandre Vasconcellos, gerente regional da Flashscore no Brasil, com experiência em marketing esportivo, comunicação, inovação e ESG no mundo dos esportes. Apesar de os detalhes jurídicos não terem sido totalmente revelados pela defesa, a imprensa local avançou que o descontentamento surgiu após a publicação de uma fotomontagem nas redes sociais. Na imagem em questão, a transportadora aérea inseriu um rabo de cavalo — o penteado que se tornou a marca registada do futebolista — na cauda de uma das suas aeronaves. A publicidade já foi retirada da internet.