Estudo bienal do Ibope aponta que grandes marcas globais continuam distantes do futebol brasileiro, apesar do crescimento do setor automotivo, especialmente das montadoras chinesas. Especialistas de marketing apontam a má reputação dos clubes, dívidas, falta de profissionalismo e a ausência de produtos estratégicos como principais barreiras. O artigo também discute a possível abertura de novos setores patrocinadores com o veto às casas de apostas.
Estudo do Ibope mostra que o setor automotivo, impulsionado por montadoras chinesas de carros elétricos, passou a liderar o crescimento de patrocínios no futebol brasileiro, enquanto o número de contratos com casas de apostas recuou após a regulamentação do mercado. O setor financeiro segue como o maior patrocinador no país e na América Latina. O artigo também destaca a ausência de grandes marcas globais no futebol brasileiro e os desafios de profissionalização dos clubes.
A transmissão do NFL Rio Game pela Globo, com a partida entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens no Maracanã, alcançou 21,4 milhões de pessoas em suas plataformas, segundo dados do Ibope. O sportv registrou a maior audiência do futebol americano na TV por assinatura brasileira, excluindo o Super Bowl, enquanto a Ge TV cresceu 73% no YouTube em relação ao evento anterior. A cobertura também gerou crescimento de 50% nas visualizações de vídeo nas redes sociais do grupo.
Uma pesquisa Ibope revelou que Neymar é um nome de confiança para dois terços dos brasileiros em relação à seleção, superando Carlo Ancelotti. A pesquisa avaliou 64 personalidades do futebol, indicando a paixão nacional pelo esporte, com 73% se declarando fãs.
O Brasil se destaca como a terceira seleção com mais seguidores digitais no mundo, somando 38,4 milhões de fãs em diversas plataformas. A França lidera o ranking com 49 milhões, seguida pela Inglaterra com 43 milhões, segundo um estudo do IBOPE Repucom.