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Análise dos Times

Motivo: Apenas citado como exemplo de time patrocinado pela BYD, sem tom avaliativo

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Motivo: Apenas citado como exemplo de time patrocinado pela BYD, sem tom avaliativo

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Motivo: Apenas citado como exemplo de time patrocinado pela Leapmotor, sem tom avaliativo

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Motivo: Apenas citado como exemplo de time patrocinado pela GAC, sem tom avaliativo

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Motivo: Apenas citado como exemplo de time patrocinado pela GWM, sem tom avaliativo

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Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras flamengo corinthians bahia brasileirao chapecoense byd gac leapmotor ibope gwm danilo amancio jose colagrossi eduardo corch

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Futebol Carros elétricos chineses puxam salto de patrocínios do futebol no Brasil Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 08/10/2026 15h00 Deixe seu comentário Montadoras chinesas patrocinam três dos clubes mais populares do Brasil Imagem: THIAGO RIBEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO O setor automotivo, e não as bets, é o responsável pelo salto nos patrocínios aos clubes brasileiros que a quarta edição do estudo "Por que - ainda - não aqui?", publicado hoje (7) pelo Ibope, apresenta. O setor tinha só uma empresa inserida no futebol em 20024. Em 2026, são dez contratos, impulsionados principalmente pelo investimento de marketing das empresas de carros elétricos chineses. O volume de empresas do setor de apostas, as bets, recuou no período —antes mesmo da proibição. Hoje, quatro chinesas estão no futebol, em cinco times: BYD: Bahia e Corinthians Leapmotor: Palmeiras GAC: Flamengo GWM: Chapecoense Sakamoto Flávio precisa avisar se vai tungar o salário mínimo Letícia Casado PL discute dividir chefia do Congresso com o centrão Wálter Maierovitch Com clima de 'já ganhou', STF faz agrados a Flávio Natalia Timerman Nunca foi tão fácil, nunca foi tão difícil "Muitos players tradicionais estão reorganizando investimentos diante da nova dinâmica com as novas montadoras, sobretudo a transformação do setor com a oferta crescente de híbridos e elétricos. Sinal disso é que são justamente as novas entrantes as marcas que hoje patrocinam os clubes como forma de fortalecer sua presença no mercado nacional", afirma Danilo Amâncio, coordenador de marketing do Ibope. Classificação e jogos Brasileirão "No Brasil, falamos de futebol todo o tempo. Se uma marca quer aumentar a sua visibilidade de marca, o futebol entrega isso de uma forma muito forte", justifica Eduardo Corch, consultor de marketing e professor do Insper: Bets recuam com ajuste e mercado se diversifica Uma das principais conclusões do estudo é que o futebol brasileiro passa por uma reorganização do mercado de patrocínios após o recuo das casas de apostas anterior ao veto do governo federal . Enquanto nos outros países latinos avaliados as bets ganharam força (50 contratos, um aumento de 22%), no Brasil houve redução de 18% em relação a 2024: de 17 para 14 contratos. "O período de redução coincide com a entrada em vigor do mercado regulamentado, quando marcas que patrocinavam clubes deixaram de atuar no Brasil. É um ajuste natural, já que se trata de um mercado relativamente novo, que segue em movimento", analisa Amâncio. Os espaços foram ocupados por diferentes setores e a movimentação aproximou o país do padrão observado no restante da América Latina. Seis setores têm hoje dez ou mais contratos, contra três em 2024: Continua após a publicidade Financeiro - 29 Alimentação - 16 Apostas - 14 Imobiliário - 11 Automotivo - 10 Saúde - 10 Financeiro segue forte no Brasil e continente O cenário que se manteve foi o de força do setor financeiro, líder do ranking do Ibope no Brasil e na América Latina. Por aqui, são 29 contratos em 2026, representando um aumento de 45% em relação a 2024, o recorde da série histórica das pesquisas. Nos outros países da região, são 67 contratos, alta de 8% sobre dois anos atrás. "Marcas do setor financeiro sempre chegam com força. Se for aprovado o veto às bets, podem surgir como candidatas ao patrocínio máster, ainda que com valores menores que os praticados", disse o executivo de marketing de um clube grande da Série A à reportagem. Patrocinadores globais seguem longe do Brasil Ibope divulga estudo sobre ausência de grandes marcas globais no futebol brasileiro Imagem: Reprodução/Ibope Repucom Continua após a publicidade Desde 2018, em sua primeira edição, o levantamento aponta uma ampla variedade de empresas globais que patrocinam o futebol de países latinos, mas não o brasileiro. Na atual edição, o artigo cita como exemplos BBVA (financeiro); KFC (alimentação); Bimbo (alimentação); Coca-Cola (bebidas); Pepsi (bebidas); Gatorade (bebidas); Powerade (bebidas); Smart Fit (fitness); Sodimac (imobiliário e construção); Claro (telecomunicação); Movistar (telecomunicação); Hyundai (automotivo); Kia (automotivo); Chery (automotivo). Na edição inicial (2018) e na segunda (2020), o estudo discute os porquês para o Brasil não ser procurado, citando: - a falta de profissionalismo e arrogância de gestores do esporte brasileiro nas últimas décadas; - a crise de credibilidade esportiva no país; - dívidas gigantes; Continua após a publicidade - a infraestrutura insuficiente. As razões apresentadas pelo economista José Colagrossi, autor das duas primeiras edições, foram colhidas a partir de conversas com gestores de grandes marcas mundiais. Ouvido hoje pela reportagem, Colagrossi cita um novo desafio para quem busca patrocinadores no futebol nacional: "É um problema de produto. 'O que o meu futebol pode gerar para o seu negócio?'. Uma camisa entrega exposição. Uma plataforma pode entregar dados, conteúdo, relacionamento, experiência, comércio, hospitalidade, loyalty, mídia e performance. Essa é a mudança de lógica. E o fim das bets torna a discussão urgente." José Colagrossi Estudo do Ibope Desde 2018, o estudo "Por que não aqui?" mapeia as marcas que patrocinam o futebol na América Latina, mas não no Brasil. A edição de 2026 compara 66 clubes relevantes de dez mercados (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) com os 20 clubes do Brasileirão Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Diego Souza tem registro cancelado no BID após denúncia de licença falsa Milan recebe sinal positivo de Endrick para empréstimo, diz jornal Maduro e esposa são acusados nos EUA por supostas práticas de tortura Incêndio na UFPE foi criminoso? Veja o que se sabe sobre as causas Dani Lima: Aliados de Lula pregam mudança no tom da campanha do presidente