O artigo critica a hipocrisia da FIFA, liderada por Gianni Infantino, em relação à Copa Africana de Nações. A autora aponta que, enquanto a entidade condena veementemente incidentes pontuais na competição africana, ignora ou minimiza casos graves de corrupção, misoginia, LGBTfobia e racismo em outros contextos, especialmente aqueles ligados a interesses políticos e financeiros. A análise destaca a seletividade moral da FIFA e seu duplo padrão na aplicação de suas próprias regras e valores.
A Copa Africana de Nações avança para suas quartas de final, apresentando um confronto de seleções com um histórico impressionante de títulos continentais. O torneio, organizado por Marrocos, tem se destacado pela qualidade dos jogos e pela presença de jogadores atuantes nas principais ligas europeias.
O colunista Walter Casagrande Jr. destaca a notável evolução técnica, tática e competitiva das seleções africanas de futebol. Ele ressalta o progresso desde a década de 90, citando craques históricos e o desempenho recente em torneios como a Copa das Nações Africanas e Copas do Mundo, sugerindo que uma seleção africana pode chegar longe em futuras edições.
A Copa Africana de Nações definiu todos os confrontos das oitavas de final após o encerramento da fase de grupos. A partir de sábado, as 16 seleções classificadas disputarão as fases eliminatórias da competição, que culminará na final em 17 de janeiro.
Novas restrições de entrada nos Estados Unidos, impostas por Donald Trump, afetaram dez jogos da Copa do Mundo de 2026. Cidadãos de países como Senegal, Costa do Marfim, Irã e Haiti enfrentam restrições parciais ou totais, impactando a presença de torcedores visitantes.
Comentaristas do UOL debatem as possíveis zebras e surpresas na Copa do Mundo de 2026. Lucas Musetti, Luiza Oliveira e PVC apontam Equador, Colômbia, Uruguai e Estados Unidos como seleções com potencial para ir além do esperado. O debate também aborda o possível papel de Messi e Cristiano Ronaldo, e a possibilidade do Brasil ser uma decepção.
O calendário de 2026 para seleções de futebol foi detalhado, com foco nas Datas Fifa e na preparação para a Copa do Mundo. A matéria apresenta datas de amistosos, repescagens e o período do Mundial, além de comentar sobre a importância dessas janelas para ajustes finais das equipes.
A Copa Africana de Nações 2025, que começa em dezembro no Marrocos, reunirá 24 seleções e diversos craques do futebol mundial. A matéria destaca jogadores como Achraf Hakimi, Bryan Mbeumo, Mohamed Salah, Riyad Mahrez, Sadio Mané e Victor Osimhen, apresentando suas estatísticas e conquistas recentes.
O governo dos Estados Unidos impôs sanções de viagem parciais a Senegal e Costa do Marfim, países que disputarão a Copa do Mundo de 2026 em solo americano. As restrições podem impactar torcedores, mas não afetarão jogadores e comissões técnicas das seleções. Outras 13 nações e países como Haiti e Irã, também classificados para o mundial, já figuravam em listas de restrições americanas.
A Copa do Mundo de 2026 apresentará um recorde de premiações financeiras, com um total de R$ 4 bilhões a serem distribuídos às federações. Cada seleção participante garantirá um valor mínimo de US$ 10,5 milhões, e o campeão receberá US$ 50 milhões, o maior prêmio já concedido na história do torneio. O Mundial também expandirá para 48 equipes e adotará um novo formato com 12 grupos de quatro seleções.
A FIFA anunciou uma premiação recorde de US$ 727 milhões (R$ 4 bilhões) para as seleções participantes da Copa do Mundo de 2026. Deste total, US$ 655 milhões serão distribuídos como premiação para as 48 equipes, com valores diferenciados por colocação, além de um adicional para custos de preparação.
O atacante Raphinha, único brasileiro indicado na categoria de melhor jogador do Fifa The Best, recebeu 17 votos de capitães de seleções, técnicos e representantes de mídia. Apesar de ter ficado em quinto lugar, o jogador do Barcelona foi considerado o destaque por diversos votantes. O prêmio, realizado em Doha, foi vencido por Ousmane Dembélé.
O Campeonato Brasileiro de Futebol terá uma paralisação de 50 dias em 2026, abrangendo o período de 1º de junho a 22 de julho. Essa pausa é para acomodar a disputa da Copa do Mundo, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México. A decisão visa permitir que jogadores convocados possam se apresentar às suas seleções com tempo de preparação.
A Fifa anunciou uma nova fase de venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Nesta etapa, os torcedores poderão comprar entradas para jogos específicos de suas seleções, com um prazo para solicitação até 13 de janeiro. Caso haja excesso de pedidos, um sorteio será realizado para definir os compradores.
O Brasil se destaca como a terceira seleção com mais seguidores digitais no mundo, somando 38,4 milhões de fãs em diversas plataformas. A França lidera o ranking com 49 milhões, seguida pela Inglaterra com 43 milhões, segundo um estudo do IBOPE Repucom.
A Copa do Mundo de Beach Tennis começa nesta terça-feira em Ribeirão Preto (SP), reunindo atletas de 16 seleções. O Brasil, buscando o hexacampeonato, conta com nomes como André Baran, Sophia Chow e Vitória Marchezini. A competição terá partidas de duplas femininas, masculinas e mistas, com fases de grupos e mata-mata.
A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções e o aumento no número de jogos levantam questionamentos sobre a viabilidade de assistir a todas as partidas, especialmente para quem trabalha ou estuda. O artigo sugere que a FIFA está adaptando o torneio à era do individualismo, onde o foco se volta para o próprio time, refletindo as mudanças sociais e políticas contemporâneas.
A Fifa iniciará uma nova fase de venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2026, permitindo que torcedores registrem pedidos para jogos de suas seleções. A comercialização se dará diretamente pela Fifa, com a cota reservada para cada associação participante. As solicitações podem ser feitas até 13 de janeiro de 2026, e caso a demanda supere a oferta, haverá sorteio.
O álbum oficial de figurinhas da Copa do Mundo de 2026, que acontecerá no México, Canadá e Estados Unidos, será o maior da história. A Panini confirmou que o lançamento ocorrerá no final de abril, com expectativa de 112 páginas e 980 figurinhas, incluindo o retorno das raras "Legends".
O artigo critica a falta de transparência e comunicação da FIFA sob a gestão de Gianni Infantino, destacando como a organização esconde informações cruciais até mesmo das seleções. A matéria detalha a frustração e a incerteza vivenciadas por técnicos e dirigentes em relação aos horários e locais dos jogos da Copa do Mundo.