A Casa Branca está considerando flexibilizar as restrições de viagem impostas à seleção do Irã durante a Copa do Mundo de 2026. Atualmente, os jogadores iranianos só podem entrar nos EUA um dia antes dos jogos e devem sair no mesmo dia, uma regra que a Federação Iraniana de Futebol alega ser incompatível com a igualdade competitiva.
O Irã formalizou uma reclamação à Fifa contra as restrições impostas pelos Estados Unidos à sua seleção durante a Copa do Mundo. A Federação Iraniana de Futebol alega que os EUA negaram o pedido para chegar mais cedo a Los Angeles, o que fere a igualdade de condições entre as equipes. O país também enfrenta outros obstáculos logísticos e diplomáticos para jogar em solo americano.
O capitão da seleção de Senegal, Kalidou Koulibaly, criticou as restrições de entrada impostas pelos Estados Unidos a cidadãos senegaleses, lamentando que torcedores africanos estejam sendo impedidos de acompanhar a Copa do Mundo. A declaração surge após Senegal ser derrotado pela França em um jogo com pouca presença de torcedores senegaleses.
O São Paulo se destacou como o time da Série A com mais jogadores atingindo a marca de 100 jogos, totalizando 11 atletas. Essa longevidade no elenco é uma estratégia da diretoria diante de restrições financeiras, visando manter uma base consolidada e identificada com o clube.
Novas restrições de entrada nos Estados Unidos, impostas por Donald Trump, afetaram dez jogos da Copa do Mundo de 2026. Cidadãos de países como Senegal, Costa do Marfim, Irã e Haiti enfrentam restrições parciais ou totais, impactando a presença de torcedores visitantes.
O governo dos Estados Unidos impôs sanções de viagem parciais a Senegal e Costa do Marfim, países que disputarão a Copa do Mundo de 2026 em solo americano. As restrições podem impactar torcedores, mas não afetarão jogadores e comissões técnicas das seleções. Outras 13 nações e países como Haiti e Irã, também classificados para o mundial, já figuravam em listas de restrições americanas.