Walter Casagrande compara a reeleição de Lula em 2026 à Democracia Corinthiana de 1982, quando o Corinthians conquistou o título paulista enquanto enfrentava a ditadura militar. O colunista relembra o elenco campeão, as provocações ao regime nas camisas e o papel dos torcedores na redemocratização do país. Ele celebra a vitória eleitoral sobre Flávio Bolsonaro como um novo triunfo da democracia.
O colunista Walter Casagrande compara a campanha 'Dia 15, vote!' da Democracia Corinthiana nas eleições de 1982, ainda sob a ditadura militar, com a eleição presidencial de 4 de outubro de 2026. Ele relata sua participação pessoal nas manifestações pela redemocratização e faz um apelo ao voto, argumentando que hoje é preciso evitar uma nova ditadura. O texto também critica a qualidade dos debates políticos atuais, marcados por ofensas, mentiras e fake news nas redes sociais.
Walter Casagrande resgata a trajetória de Teotônio Vilela, político alagoano que defendeu a democracia durante a ditadura militar, e o contrasta com a pobreza política e de propostas dos candidatos atuais às vésperas das eleições. O texto destaca a música 'O Menestrel das Alagoas', de Milton Nascimento e Fernando Brant, e a ligação do autor com a Democracia Corinthiana de 1982. Casagrande conclui reafirmando sua defesa incondicional da democracia brasileira.
O artigo discute a posição do futebol argentino em relação ao 50º aniversário do golpe militar de 1976. Clubes como Boca Juniors, Racing, River Plate e Atlético de Rafaela se manifestaram em suas redes sociais, reafirmando o compromisso com a memória, a verdade e a justiça e homenageando os desaparecidos. A matéria também relembra o papel de Jorge Rafael Videla e a relação entre o esporte e a política, citando o documentário "Memórias do Chumbo".
O artigo de Juca Kfouri utiliza a lenda urbana da 'Perna Cabeluda' do filme 'O Agente Secreto' como metáfora para a censura e violência da ditadura militar. Ele também relaciona a 'perna pesada' mencionada por Walter Casagrande Júnior à fadiga e risco de lesões musculares em jogadores de futebol devido a pré-temporadas mal feitas, criticando a cartolagem por priorizar o faturamento em detrimento da qualidade do espetáculo.
O ex-jogador Reinaldo, ídolo do Atlético-MG e da Seleção Brasileira, recebeu anistia e uma indenização de R$ 100 mil após ser reconhecido como vítima de perseguição política durante a ditadura militar no Brasil. A decisão unânime do Conselho da Anistia destacou que o atleta, conhecido por comemorar gols com punhos cerrados em protesto, sofreu violência de Estado que afetou sua reputação e dignidade.