O astro francês Kylian Mbappé enfrenta uma crise com a China após reagir entre risadas a um meme que o retrata como Mao Tsé-Tung. Como consequência, órgãos estatais chineses suspenderam as transmissões de LaLiga no país e ao menos três marcas romperam contratos com o jogador. Mbappé e o Real Madrid emitiram pedidos de desculpas, mas até agora não obtiveram êxito.
Kylian Mbappé sofreu queda rápida de popularidade na China após declarações sobre Mao Tsé-Tung, com perda de patrocinadores e restrições em plataformas digitais. O artigo analisa o caso à luz do histórico de boicotes a marcas e celebridades estrangeiras no país, como Dolce & Gabbana, Nike e H&M. Especialistas apontam que episódios assim revelam riscos políticos e comerciais persistentes do mercado chinês para empresas e atletas.
O governo chinês declarou que leva a sério o pedido de desculpas de Kylian Mbappé por comentários sobre Mao Tsé-tung, o que custou ao jogador contratos publicitários e presença nas redes sociais do país. Real Madrid e LaLiga também pediram desculpas publicamente pelo episódio. A imprensa estatal chinesa omitiu referências ao líder histórico e o caso provocou forte reação negativa contra o astro francês.
Kylian Mbappé teve contratos encerrados por marcas chinesas após comentário sobre um meme que o comparava ao líder chinês Mao Tsé-Tung. A televisão estatal da China suspendeu transmissões da LaLiga envolvendo o jogador e removeu anúncios com sua participação. Mbappé usou as redes sociais para pedir desculpas publicamente, afirmando que não tinha intenção de ofender o povo chinês.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica as táticas de Romário para desqualificar quem o critica, comparando suas respostas a ataques verbais e físicos ao longo de sua carreira. Casagrande argumenta que, como senador, Romário deveria ser questionado sobre política, mas em vez disso recorre a respostas covardes e à tentativa de censurar opiniões divergentes.
Um Projeto de Lei enviado pelo governo Lula ao Congresso propõe regras para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, incluindo a proibição de conteúdos políticos em estádios. A medida reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão em eventos esportivos, gerando preocupações sobre possível censura prévia.
O artigo de Juca Kfouri utiliza a lenda urbana da 'Perna Cabeluda' do filme 'O Agente Secreto' como metáfora para a censura e violência da ditadura militar. Ele também relaciona a 'perna pesada' mencionada por Walter Casagrande Júnior à fadiga e risco de lesões musculares em jogadores de futebol devido a pré-temporadas mal feitas, criticando a cartolagem por priorizar o faturamento em detrimento da qualidade do espetáculo.
O artigo discute como o esporte no Irã transcende a mera competição, tornando-se um palco para a disputa por direitos fundamentais, especialmente para as mulheres. A pressão internacional e a visibilidade midiática, incluindo prêmios como o Nobel, são apontadas como ferramentas cruciais para expor violações e combater o silenciamento imposto por regimes autoritários.