A TV estatal chinesa CCTV não transmitiu jogos do Campeonato Espanhol neste fim de semana após Kylian Mbappé se referir a Mao Zedong como 'ditador' em um podcast. Marcas chinesas romperam contratos publicitários com o atacante, e Real Madrid e LaLiga pediram desculpas, com o presidente Javier Tebas criando uma unidade de crise e se reunindo com o embaixador chinês. O streaming Migu também retirou da grade o jogo do Real Madrid contra o Racing Santander.
José Mourinho, técnico do Real Madrid, afirmou que o clube e Kylian Mbappé agiram com classe ao pedirem desculpas após o jogador se referir a Mao Zedong como ditador em um podcast francês. A polêmica gerou reações negativas na China, com empresas suspendendo parcerias com Mbappé e a emissora estatal Migu cancelando a transmissão do jogo do Real Madrid contra o Racing Santander. O Real Madrid ocupa o terceiro lugar na LaLiga, quatro pontos atrás do líder Atlético de Madrid.
O astro francês Kylian Mbappé enfrenta uma crise com a China após reagir entre risadas a um meme que o retrata como Mao Tsé-Tung. Como consequência, órgãos estatais chineses suspenderam as transmissões de LaLiga no país e ao menos três marcas romperam contratos com o jogador. Mbappé e o Real Madrid emitiram pedidos de desculpas, mas até agora não obtiveram êxito.
O Real Madrid emitiu um pedido público de desculpas ao povo chinês após declaração de Kylian Mbappé sobre um meme que o associa ao ex-líder chinês Mao Tsé-Tung. A polêmica resultou na suspensão das transmissões da LaLiga na China e no cancelamento de contratos publicitários do jogador. A LaLiga e seu presidente Javier Tebas também pediram desculpas e afirmaram tomar medidas para reparar o dano.
O Real Madrid divulgou pedido de desculpas público ao povo chinês após Mbappé se referir a Mao Zedong como 'ditador' ao comentar um meme nas redes sociais. O grupo de mídia estatal chinês CMG rejeitou a justificativa do clube e manteve a suspensão das transmissões da LaLiga e do jogador. O presidente da La Liga, Javier Tebas, também pediu desculpas e prometeu medidas para preservar a relação da liga com a China.
Marcas chinesas Mengniu e Dongpeng encerraram contratos publicitários com Kylian Mbappé após a repercussão de uma fala do atacante sobre um meme que o compara a um ditador chinês. O jogador do Real Madrid pediu desculpas publicamente e a La Liga, por meio do presidente Javier Tebas, também se desculpou, após a TV estatal chinesa suspender as transmissões da competição.
O Conselho Nacional de Esportes da Espanha encaminhou Javier Tebas, presidente da LaLiga, ao tribunal esportivo após ele comparar a estratégia de comunicação do Real Madrid à propaganda nazista. O Real Madrid publicou comunicado exigindo a renúncia imediata do dirigente. O tribunal deve avaliar se as declarações configuram infração grave contra a dignidade e o decoro esportivo.
O presidente da LaLiga, Javier Tebas, pode sofrer sanção disciplinar por comparar a Real Madrid TV aos métodos de propaganda do ministro nazista Joseph Goebbels. O Conselho Superior de Esportes da Espanha encaminhou o caso ao Tribunal Administrativo do Esporte, que decidirá se os comentários configuram infração grave à Lei do Esporte de 1990. Tebas defendeu que comparava apenas técnicas de propaganda, não a ideologia nazista.
José Mourinho afirmou que, se estivesse no lugar de Vinicius Jr., teria forçado uma saída do Real Madrid para atuar em um país onde fosse respeitado. O técnico também comentou a suspensão de quatro jogos aplicada ao brasileiro, dizendo estar satisfeito porque imaginava uma pena maior, e elogiou sua postura. A matéria aborda ainda a expulsão de Vinicius contra o Villarreal e a polêmica envolvendo declarações de Javier Tebas.
O Real Madrid emitiu uma nota oficial repudiando declarações de Javier Tebas, presidente de LaLiga, que comparou a comunicação do clube via Real Madrid TV aos métodos de propaganda de Joseph Goebbels. O clube exige a renúncia imediata do dirigente de seus cargos na LaLiga e na Federação Espanhola de Futebol. A polêmica se intensifica no contexto do caso Negreira, envolvendo supostos pagamentos do Barcelona.
Javier Tebas, presidente da La Liga, comparou a estratégia de comunicação do Real Madrid, especialmente do canal Real Madrid TV, a técnicas de propaganda nazista usadas por Joseph Goebbels. O Real Madrid emitiu nota oficial exigindo a renúncia imediata de Tebas, acusando-o de falta de neutralidade e desqualificação repetida do clube. A disputa se insere no contexto do caso Negreira, envolvendo pagamentos do Barcelona ao ex-vice-presidente do Comitê Técnico de Árbitros.
O presidente da LaLiga, Javier Tebas, defendeu punições severas ao Manchester City após um painel independente considerá-lo culpado por violações das regras financeiras da Premier League. Tebas afirmou que o caso deve servir de exemplo aos clubes europeus e criticou a decisão do TAS que anulou sanção anterior da Uefa. A PFA, sindicato dos jogadores ingleses, destacou o impacto da longa duração do caso na confiança no sistema regulatório do futebol.
O Real Madrid entrou em conflito público com o presidente da La Liga, Javier Tebas, após críticas à arbitragem da derrota por 2 a 1 para o Atlético de Madrid no clássico madrileño. O técnico José Mourinho apresentou prints de lances que considerou passíveis de expulsão, enquanto Tebas classificou as reclamações como teoria de conspiração. O clube merengue respondeu com nota oficial chamando Tebas de 'obcecado' por seus ataques.
O artigo analisa a proposta de 'espanholização' do Brasileirão, inspirada no modelo da La Liga, que propõe a centralização da comercialização dos direitos de transmissão e outros aspectos da liga. A ideia, defendida pelo presidente da La Liga, Javier Tebas, visa aumentar o valor do produto futebolístico brasileiro, mas levanta questões sobre a liderança e a gestão dessa centralização.
O presidente da La Liga, Javier Tebas, respondeu publicamente às críticas feitas pelo presidente do Real Madrid, Florentino Pérez. Pérez questionou a gestão do futebol espanhol e defendeu a Superliga, enquanto Tebas rebateu os pontos levantados por Pérez sobre a partida em Miami, o acordo com o fundo CVC e a transparência financeira.