Romano Floriani Mussolini, bisneto de Benito Mussolini, marcou seu primeiro gol pela Lazio na vitória por 6 a 2 sobre o Sassuolo, pelo Campeonato Italiano. O lateral-direito de 23 anos participou de todas as nove partidas da equipe, que lidera a competição de forma invicta. A matéria também resume a trajetória do jogador, formado na base do clube e com passagens por empréstimo no Pescara, Juve Stabia e Cremonese.
A Lazio divide a liderança do Campeonato Italiano com a Inter de Milão após oito rodadas, com ambas invictas e campanhas idênticas de sete vitórias e um empate. O destaque do time romano comandado por Gattuso é o sistema defensivo, além do lateral direito Romano Floriani Mussolini, bisneto do ditador fascista Benito Mussolini. A reportagem também aborda a fama da Lazio de ser o clube 'mais fascista do mundo'.
A colunista Milly Lacombe critica duramente o mercado financeiro brasileiro, conhecido como Faria Lima, por errar todas as projeções que apontavam a vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula no segundo turno das eleições. A autora celebra a vitória de Lula por mais de quatro milhões de votos e argumenta que a paixão popular não cabe em planilhas e cálculos. O texto conclui defendendo a mobilização popular contra o fascismo, afirmando que nenhuma força do mercado financeiro poderá impedir a revolução.
Juca Kfouri celebra, em tom de crônica opinativa, a virada de Lula no segundo turno da eleição, comparando-a à virada do Vasco na partida de sábado. O colunista afirma que o Brasil venceu o fascismo e que Lula derrotou 'o pai e o filho', em alusão à família Bolsonaro. O texto destaca que o lado da virada, o cruzmaltino, prevaleceu tanto no futebol quanto na política no fim de semana.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
Coluna de opinião que argumenta que o fascismo está historicamente ligado ao ataque aos direitos das mulheres, com base na hierarquia de gênero e no controle do corpo feminino. A autora conecta discurso de gênero de políticos de extrema direita no Brasil e nos EUA ao alerta sobre as eleições de 2026. Conclui que a eleição de domingo decidiria entre os valores do fascismo e a manutenção da democracia.
A colunista Milly Lacombe analisa a postagem do PL no WhatsApp que associou Flávio Bolsonaro a Benito Mussolini, feita pelo próprio partido do senador. O texto interpreta o episódio como um alerta explícito do projeto político da extrema-direita para as eleições, comparando as propostas de Flávio com práticas fascistas e com governos como os de Trump e Milei. A autora conclui que o fascismo se tornou aceitável no debate público e convoca os eleitores a perceberem os sinais antes do pleito.
Coluna de opinião que critica a ascensão de deputados eleitos com agenda focada em atacar pessoas trans no novo parlamento brasileiro. A autora relaciona esse fenômeno às ideologias fascistas e de extrema-direita, historicamente masculinistas e misóginas. Questiona como a sociedade pode evitar a eleição de novos grupos-alvo de perseguição.
O artigo reflete sobre a Copa do Mundo de 2026, destacando-a como uma criação espetacular da humanidade, mesmo em meio a contextos políticos complexos e preços de ingressos elevados. A autora enfatiza como o futebol transcende fronteiras, promovendo a mistura cultural e o acolhimento, em contraposição a discursos de exclusão e supremacia.
A colunista Milly Lacombe analisa a rejeição de Jorge Messias ao STF como uma derrota para Lula e um convite para que o presidente radicalize à esquerda. Ela argumenta que não há espaço para conciliação com o fascismo e que a única saída para Lula é engajar politicamente a população com uma agenda progressista para evitar a derrota eleitoral.
Uma camisa personalizada do Palmeiras com o nome 'Benito' e o número '64' em homenagem ao cantor Bad Bunny gerou polêmica. A escolha do nome remete a Benito Mussolini, líder fascista, e o número '64' a 1964, ano do golpe militar no Brasil, gerando críticas de torcedores e rivais devido às ligações históricas do clube. O Allianz Parque se distanciou da publicação, afirmando que não era gerenciada pelo clube e buscando remover a palavra da camisa.
O artigo discute a saída do especialista em fascismo Jason Stanley dos Estados Unidos para o Canadá, motivada pelo que ele descreve como um regime autoritário liderado por Donald Trump. Stanley compara as táticas de Trump com as de Hitler e alerta para um golpe em andamento, com a desqualificação de opositores como terroristas.
A coluna de Milly Lacombe aborda a escalada do terror e do autoritarismo nos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump. O texto descreve ações cruéis da polícia imigratória (ICE) em Minnesota e a investigação de autoridades locais que criticaram tais medidas, além de exemplificar a retórica agressiva e os métodos autoritários de Trump em coletivas de imprensa e interações públicas, apontando para um cenário de fascismo.
A colunista Milly Lacombe faz uma previsão para 2026, descrevendo o ano como um dos mais desafiadores pessoal e coletivamente. Ela aborda a polarização política, a ascensão do fascismo, a necessidade de discernimento diante de fake news e a importância de buscar fontes confiáveis e vozes sábias para navegar pelas turbulências.
A colunista Milly Lacombe critica a 'colossal inaptidão' do presidente Lula em lidar com questões de gênero, argumentando que sua proibição da linguagem neutra na administração pública é ineficaz e ignora a evolução natural da língua. A autora defende que a linguagem não-binária é essencial para a inclusão e a luta contra a dominação e violência de gênero, especialmente diante do avanço do fascismo.