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Análise dos Times

Motivo: A matéria critica a omissão do Inter em punir Abel Braga após fala homofóbica, indicando um viés negativo ao clube pela falta de ação.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: O time é mencionado em relação a uma postagem de um jogador, mas sem críticas diretas à sua conduta.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Cruzeiro é citado apenas como alvo da postagem de um jogador do Atlético-MG, sem implicação direta na análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

CBF Cruzeiro Vitor Roque Ramón Díaz Bruno Henrique Dudu Leila Pereira Inter Lyanco Atletico-MG Abel Braga STJD Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O que o silêncio nos casos de homofobia e misoginia prova sobre CBF e STJD Alicia Klein Colunista do UOL 02/12/2025 12h56 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Abel usou fala homofóbica em retorno ao Inter Imagem: Reprodução / Internet A CBF tem tentado melhorar os calendários do futebol (masculino e feminino), está olhando para a questão do fair play financeiro (finalmente) e parece interessada em resolver de alguma forma o seríssimo problema da nossa arbitragem (é o mínimo). No que diz respeito ao combate à homofobia, à misoginia e ao racismo, o movimento por ora é mínimo (ou inexistente). A entidade não se manifestou no episódio em que Lyanco, do Atlético-MG, postou, referindo-se ao Cruzeiro: "A vida é desse jeito: ou você abaixa a cabeça e enfraquece ou levanta a cabeça e enfrenta como homem! Boa a todas as meninas, menstruaram e viraram mocinhas! Feliz dia!" Marco Antonio Sabino Delivery de comida no país pode ficar mais caro Josias de Souza Michelle Bolsonaro flerta com a mosca azul Thais Bilenky O encontro de camarote de Toffoli e Castro no Peru Carlos Nobre Entre conquistas e recuos, qual o futuro após a COP? Também não disse nada quando o reincidente Ramón Díaz comentou em coletiva que o "futebol é para homens, não para meninas". Classificação e jogos brasileirao Mesma coisa no episódio Abel Braga. O técnico disse que não quer "a porra do meu time treinando de camisa rosa, parece time de viado". Mais uma vez, o Inter não fez nada. CBF e STJD idem. O único punido recentemente por homofobia pelo STJD foi Vitor Roque, com uma pena ridícula, na esteira da pena ridícula de Bruno Henrique. E Dudu recebeu seis partidas de gancho pela misoginia cometida contra Leila Pereira. Os casos se alastram, assim como a violência contra mulheres e pessoas LGBT, que insistem em amar esse esporte, apesar do que ele faz contra nós. Tudo sob o silêncio ensurdecedor das entidades que supostamente deveriam cuidar do futebol. A verdade é que não se importam, na melhor das hipóteses. Cansado de esperar, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+ denunciou Abel ao STJD. Mais uma vez, descobrimos que Emicida estava certo e tudo, tudo, tudo, tudo que nóis tem é nóis. Continua após a publicidade Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Sakamoto: 'Michelle e Flávio disputam quem vai liderar o bolsonarismo' Fala homofóbica de Abel pressiona o Inter e mina estratégia contra o Z-4 Servidora, mulher de Ramagem estende férias para ficar com o marido nos EUA Flávio visita Bolsonaro na prisão e diz que pediu desculpas a Michelle Aposentada, Marília Gabriela mostra seu apartamento em Portugal