O artigo, em tom poético e melancólico, descreve um grupo de homens em uma noite fria, revivendo memórias de lances de futebol de forma fragmentada e silenciosa. A narrativa explora a relação íntima e pessoal dos indivíduos com o esporte, mesmo em um contexto de isolamento e poucas palavras.
O artigo discute as repercussões da declaração machista do jogador Gustavo Marques, criticando a superficialidade das desculpas e a abordagem que foca na competência da árbitra Daiane Muniz. A autora defende que a competência feminina não deve ser um escudo contra o machismo e que a luta contra ele exige um aprofundamento na compreensão do feminismo e na autocrítica dos homens.
A colunista Milly Lacombe relata sua experiência ao vasculhar os arquivos de Jeffrey Epstein, descrevendo o horror dos documentos que expõem o abuso de crianças por homens poderosos. Ela destaca um email que menciona uma 'nova brasileira', sexy e bonitinha, aparentando ter nove anos, e detalha a complexa relação de Noam Chomsky com Epstein, apesar da condenação deste último por exploração sexual de menores.
O artigo critica o lançamento de um pacto nacional contra o feminicídio pelos três Poderes em Brasília, considerando-o tristemente vazio e ineficaz. A autora defende que a iniciativa carece de propostas práticas, como a criminalização da misoginia, e que o foco nos homens como "salvadores" ignora a complexidade do problema.
O lançamento da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil foi marcado por homenagens a grandes nomes da seleção masculina, ofuscando o protagonismo das atletas femininas. Apesar da presença de ícones como Formiga e Cristiane, o evento deu mais destaque aos heróis do futebol masculino, gerando uma oportunidade perdida pela FIFA em valorizar igualmente o esporte feminino.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
A colunista Milly Lacombe critica a escolha de Lula para um novo ministro do STF, ressaltando que foi mais um homem branco e hétero, em detrimento de mulheres ou pessoas negras. A autora argumenta que o presidente utiliza a pauta identitária de forma superficial, sem um compromisso real com a diversidade de gênero e raça.