O lançamento da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil foi marcado por homenagens a grandes nomes da seleção masculina, ofuscando o protagonismo das atletas femininas. Apesar da presença de ícones como Formiga e Cristiane, o evento deu mais destaque aos heróis do futebol masculino, gerando uma oportunidade perdida pela FIFA em valorizar igualmente o esporte feminino.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
A colunista Milly Lacombe critica a escolha de Lula para um novo ministro do STF, ressaltando que foi mais um homem branco e hétero, em detrimento de mulheres ou pessoas negras. A autora argumenta que o presidente utiliza a pauta identitária de forma superficial, sem um compromisso real com a diversidade de gênero e raça.