A matéria aborda a selvageria das torcidas da Kings League Brasil, com destaque para a briga entre apoiadores do Capim FC e Dibrados após uma partida. O texto questiona a relevância de torcedores se importarem a ponto de agredir uns aos outros por um torneio envolvendo influenciadores, sugerindo que o problema vai além do futebol e toca na masculinidade tóxica.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
O artigo analisa a conduta machista e misógina dos jogadores da seleção masculina de hóquei dos Estados Unidos após a conquista da medalha de ouro. A autora critica a forma como os atletas e o presidente Trump (em um vídeo gerado por IA) demonstraram desprezo pelas mulheres, ritualizando o masculino em um ato que eclipse a conquista esportiva.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.