O artigo analisa a participação do ator Juliano Cazarré em um programa da Globonews, onde ele promoveu um curso sobre masculinidade e virilidade. A autora critica a forma como Cazarré, segundo ela, utilizou técnicas de suas artes cênicas para disseminar ideias violentas disfarçadas de trivialidades, apresentando uma visão simplista de homens bons e maus e ignorando a dimensão estrutural do machismo. A análise destaca a periculosidade do 'machismo de voz mansa' em contraste com discursos mais explícitos.