O governo australiano concedeu asilo a cinco jogadoras da seleção feminina de futebol do Irã, oferecendo proteção e um lar no país. A decisão surge após as jogadoras terem sido ameaçadas e criticadas no Irã por não cantarem o hino nacional em protesto contra o regime, um gesto que gerou controvérsia.
A matéria explica as razões pelas quais jogadores de futebol com menos de 18 anos não podem ser transferidos para o exterior, baseando-se em regras da FIFA para proteger jovens atletas de exploração. São apresentadas exceções restritas e a importância da legislação brasileira no acompanhamento educacional e social dos atletas em formação.
O artigo discute a decisão da CBF de profissionalizar a arbitragem no futebol brasileiro, reconhecendo-a como um trabalho formal. Essa medida visa garantir estabilidade, proteção e segurança previdenciária aos árbitros, que atuam sob intensa pressão e com vínculos precários.
A matéria discute a necessidade do esporte assumir um papel mais ativo na proteção ambiental, especialmente com a proximidade da COP 30. Argumenta que a política ESG (ambiental, social e de governança) é um imperativo ético e econômico, e o esporte, com sua influência global, deveria ser protagonista na adoção dessas práticas, indo além de ações pontuais e de marketing.