O artigo discute a discrepância entre os discursos e as práticas no que diz respeito à sustentabilidade e responsabilidade social no esporte, comparando a situação com os desafios da COP 30. Apesar de haver avanços e compromissos, a execução e a transparência ainda são falhas, com ações muitas vezes se limitando à vitrine. A matéria defende a necessidade de políticas efetivas, métricas claras e certificações independentes para que o esporte se torne um agente transformador real.
A matéria discute a necessidade do esporte assumir um papel mais ativo na proteção ambiental, especialmente com a proximidade da COP 30. Argumenta que a política ESG (ambiental, social e de governança) é um imperativo ético e econômico, e o esporte, com sua influência global, deveria ser protagonista na adoção dessas práticas, indo além de ações pontuais e de marketing.