A legislação de Barranquilla, na Colômbia, proíbe a entrada de crianças menores de cinco anos na final da Copa Sul-Americana entre Atlético e Boca Juniors, marcada para 21 de novembro. A regra, imposta pela Comissão de Segurança e Convivência com respaldo da prefeitura, vale para todos os eventos esportivos realizados na cidade. Menores de cinco a 17 anos só podem acessar o estádio acompanhados de um responsável maior de idade.
O colunista Mauro Cezar Pereira explica que a proibição da publicidade de cigarros no Brasil foi um processo gradual que levou 15 anos, iniciado com a Lei 9.294 em 1996 e concluído com a proibição abrangente da Lei 12.546 em 2011. O texto faz um paralelo com o recente veto às bets, argumentando que restrições sucessivas foram mais eficazes do que medidas abruptas. Apesar da queda expressiva no consumo de cigarros, parte relevante do mercado migrou para a ilegalidade.
O artigo publica a íntegra da Medida Provisória nº 1.394, de 25 de setembro de 2026, que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de loterias de apostas de quota fixa (bets) no território nacional. O texto institui o Comitê Interinstitucional de Fiscalização e define regras de transição, incluindo extinção das autorizações existentes e restituição integral dos valores aos apostadores. A publicação faz parte de uma coluna do UOL Esporte dedicada ao tema das apostas esportivas no Brasil.
A CBF está reduzindo gradualmente o limite de jogadores estrangeiros nas competições brasileiras, o que aumenta a importância de atletas que possam se naturalizar. O artigo explica as exigências da legislação brasileira para a naturalização ordinária, como quatro anos de residência contínua no país, e lista jogadores que poderiam iniciar o processo. Nomes como Gustavo Gómez, Piquerez e Flaco López (Palmeiras), Villasanti (Grêmio) e Germán Cano (Fluminense) são destacados, enquanto Kannemann e Arrascaeta aparecem como exemplos de quem já obteve ou iniciou a cidadania.
O afastamento de John Textor do Botafogo evidencia as falhas no modelo atual de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no Brasil. O artigo argumenta que a legislação precisa ser reformada com urgência para garantir um controle mais rigoroso e evitar que clubes históricos comprometam seu futuro.
O presidente da Federação Acreana de Futebol de Salão (Fafs), Rafael do Vale, se afastou do cargo para se candidatar a deputado estadual nas Eleições 2026. O vice-presidente, Maurício Vasconcelos, assume a presidência da entidade temporariamente. O afastamento atende à legislação eleitoral para evitar uso indevido de recursos públicos.
Um órgão do Ministério do Esporte apontou possíveis irregularidades na FFU (Futebol Forte União) em relação à restrição a investidores financeiros em arranjos de ligas desportivas. A análise, a pedido de um deputado, considera que a participação de tais entidades encontra limites na legislação esportiva e constitucional, com risco de comprometer a autonomia dos clubes e a integridade das competições.
A matéria explica as razões pelas quais jogadores de futebol com menos de 18 anos não podem ser transferidos para o exterior, baseando-se em regras da FIFA para proteger jovens atletas de exploração. São apresentadas exceções restritas e a importância da legislação brasileira no acompanhamento educacional e social dos atletas em formação.
O artigo discute o poder transformador do futebol na sociedade, utilizando um exemplo da Índia onde o esporte ajudou a impedir casamentos forçados de meninas. O texto defende que o esporte, ao incorporar compromissos com direitos humanos, atua como um instrumento de emancipação e proteção de direitos universais, não apenas como lazer.
O artigo discute a mercantilização do futebol de base no Brasil, onde crianças se tornam mercadorias e a 'lei da selva' amplifica as desigualdades entre clubes. O autor critica o sistema atual que favorece poucos clubes gigantes em detrimento de muitos que lutam para sobreviver, comparando a situação com modelos europeus e apontando falhas na formação de talentos e proteção dos jovens jogadores.
A Lei Geral do Esporte (LGE), sancionada em junho de 2023, ainda possui mais de 350 vetos presidenciais sem análise completa no Congresso Nacional. Essa omissão legislativa gera insegurança jurídica e impede a entrada em vigor de dispositivos importantes para o esporte brasileiro. Parlamentares apontam complexidade da matéria, fragmentação de interesses, desconhecimento técnico e escassez de tempo como entraves para a discussão.
O artigo discute a pena leve aplicada a Bruno Henrique pelo STJD, que resultou apenas em multa, e como essa decisão expõe a fragilidade da legislação esportiva brasileira. A análise aponta uma lacuna no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) em relação a condutas de jogadores que compartilham informações privilegiadas para favorecer apostas.
O Pleno do STJD aplicou uma multa de R$ 100 mil ao atacante Bruno Henrique, do Flamengo, por desrespeito ao artigo 103 do Regulamento Geral de Competições da CBF. A decisão, com seis votos a favor, foi considerada mais branda que a inicial de 12 jogos de suspensão, reformando a pena e levantando debates sobre a atualização do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) é considerado desatualizado por não citar apostas esportivas e manipulação de resultados. Paulo Vinícius Coelho destaca que, apesar da ausência de artigos específicos, o CBJD remete à legislação internacional, como o código da FIFA, para lidar com esses casos. A análise sugere que há caminhos jurídicos para punir infrações, mesmo com a necessidade de aperfeiçoamento da legislação brasileira.