Cuca, recém-apresentado como técnico do Santos, abordou o caso de abuso sexual em que se envolveu na Suíça em 1987. Ele afirmou que está agindo ativamente para combater a violência contra a mulher, realizando palestras e auxiliando entidades, e que busca diminuir os índices de feminicídio.
Walter Casagrande Jr. descreve sua admiração pelo show da cantora Negra Li no Lollapalooza. O colunista elogia o talento multifacetado da artista, sua personalidade forte e a relevância de suas mensagens sobre violência contra a mulher e feminicídio.
Apresentado como novo técnico do Santos, Cuca abordou a acusação de estupro na Suíça, anulada em 2024. Ele declarou estar engajado na luta contra o feminicídio e explicou suas ações recentes para conscientização e apoio a vítimas.
O Fluminense se prepara para enfrentar o Vasco no Maracanã pelo Brasileirão 2026, buscando manter sua boa fase e invencibilidade como mandante. Paralelamente ao futebol, o clube promoveu uma caminhada contra o feminicídio e anunciou ações de acolhimento a vítimas de violência, destacando a importância de segurança para as torcedoras em dias de jogo.
Um evento organizado pelo governo para combater o feminicídio e a violência de gênero acabou se tornando um exemplo de machismo, ao segregar homens e mulheres em salas diferentes. A colunista Milly Lacombe critica a organização do evento e a aparente negligência do governo em ouvir as pautas femininas, apesar de iniciativas positivas anteriores.
O Clube do Remo realizará uma ação contra o feminicídio antes do clássico Re-Pa pela final do Campeonato Paraense de 2026. A iniciativa acontecerá no Dia Internacional da Mulher e contará com a participação de 11 mulheres que entrarão em campo com as mãos em forma de 'X' vermelho, um sinal de alerta para pedidos de ajuda.
O artigo critica o lançamento de um pacto nacional contra o feminicídio pelos três Poderes em Brasília, considerando-o tristemente vazio e ineficaz. A autora defende que a iniciativa carece de propostas práticas, como a criminalização da misoginia, e que o foco nos homens como "salvadores" ignora a complexidade do problema.
O artigo discute como o feminicídio, a forma mais extrema de violência contra a mulher, tem suas raízes na linguagem e na objetificação que começam em falas cotidianas. A autora Milly Lacombe relata casos de violência e abusos, conectando-os a uma estrutura machista presente em diversas esferas da sociedade.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo destaca a importância do domingo para as mulheres, com a decisão do Campeonato Paulista de futebol feminino entre Palmeiras e Corinthians pela manhã e uma manifestação contra o feminicídio à tarde. A coluna aborda a partida, a cobertura televisiva e a relevância social do evento contra a violência.
O artigo, escrito por Juca Kfouri, aborda a necessidade urgente de combater o feminicídio no Brasil, denunciando a violência contra as mulheres. A coluna lista uma série de manifestações e protestos que ocorrerão em diversas cidades do país em dezembro, convocando a população a participar.
O jogo entre Flamengo e Ceará, realizado no Maracanã, foi palco de uma campanha de conscientização contra a violência à mulher. A iniciativa, que contou com a participação de funcionários do Flamengo e uma faixa com a mensagem "pelo fim da violência contra a mulher. O time é um só: toda a sociedade", busca alertar sobre o aumento preocupante de casos de feminicídio no país.
Corinthians e Botafogo, mesmo sendo adversários no Campeonato Brasileiro, unem forças em uma campanha de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio. Os clubes estamparão em suas camisas mensagens de conscientização, incluindo números redesenhados de vítimas e a pergunta "Quem matou?" acompanhada de nomes de mulheres assassinadas.