O artigo aborda a relação entre a linguagem e o feminicídio, argumentando que todo assassinato de mulher por parceiro ou familiar começa com palavras de coerção e ameaça. A autora destaca a importância da ação masculina em reprimir e denunciar atitudes machistas, ressaltando que a omissão contribui para a violência.
O artigo analisa o vocabulário técnico utilizado pelo técnico Roger Machado no São Paulo, explicando termos como 'gatilho da bola', 'terceira amplitude' e 'jogo de atração'. A matéria busca desmistificar a linguagem considerada rebuscada do treinador, apresentando exemplos práticos de sua aplicação em campo.
O artigo critica a comunicação do técnico Roger Machado, do São Paulo, que utiliza jargões táticos ('tatiquês') em coletivas pós-jogo. O autor argumenta que o torcedor comum não precisa e não entende essa linguagem, que cria distanciamento ao invés de explicar os lances de forma clara. A coletiva pós-jogo deve ser voltada para o torcedor, e não para um público de especialistas.
O colunista Juca Kfouri, em seu texto "Cabeça de área", critica a alteração do significado de palavras e termos no jornalismo esportivo e na linguagem cotidiana. Ele lamenta o uso incorreto de termos como "falso 9" em vez de "ponta de lança" e "ala" em vez de "lateral", além da mudança semântica de "atitude" e "pachorra".
O artigo discute como o feminicídio, a forma mais extrema de violência contra a mulher, tem suas raízes na linguagem e na objetificação que começam em falas cotidianas. A autora Milly Lacombe relata casos de violência e abusos, conectando-os a uma estrutura machista presente em diversas esferas da sociedade.
O artigo analisa a coletiva de imprensa do gerente geral do Sport, Enrico Ambrogini, após a queda do clube para a Série B. A autora critica o discurso do dirigente, considerado desastroso e repleto de linguagem corporativa vazia, misógina e machista, revelando a falta de preparo e a incapacidade de assumir responsabilidades pelo fracasso.